Blog do Zoltral

Novembro 7, 2009

Ubuntu melhor que o Windows 7

Arquivado em: Linux, Software, Ubuntu, Windows — Tags:, , — zoltral @ 11:25 am

A revista PC World publicou um artigo onde relaciona 5 motivos pelos quais o Ubuntu Linux é melhor que o Windows 7.

Leia o artigo e tire suas conclusões.

Cinco razões que fazem o Ubuntu 9.10 melhor que o Windows 7.

Eu uso Ubuntu Linux e recomendo.

Novembro 2, 2009

Salvar vídeo do YouTube no Linux

Arquivado em: Linux, Ubuntu, Vídeo — Tags:, , , , , , , — zoltral @ 4:17 pm

Muitas vezes, após assistir algm vídeo no YouTube, nós gostariamos de salvar ele no computador, para revermos facilmente quando quisermos.

Existem inúmeras alternativas para isso, de páginas que criam um link para baixar até plugins para o navegador que se encarregam do trabalho.

Eu utilizo um plugion no Firefox, chamado DownloadHelper.

Mas neste final de semana, resolvi fazer um experimento, substituindo o Firefox pelo Google Chrome e um problema que vou ter que contornar é que o Chrome não tem plugins.

Assim, fiquei sem ter como salvar os vídeos do YouTube. Mas uma pequena pesquisa resolveu o problema de uma forma muito fácil.

No Firefox e também no Chrome, quando você assiste um vídeo na página do YouTube, este vídeo é armazenado na pasta /tmp do computador com o nome Flash******, onde os 6 * são 6 letras aleatórias.

Para salvar o vídeo, basta renomear este arquivo, depois que o vídeo carregou 100% e mover ele para a pasta de vídeos do usuário.

Simples, fácil, rápido e não baixa em duplicidade o arquivo. Não baixa em duplicidade porque nos demais métodos, você baixa o vídeo uma vez para assistir e a página de download ou o plugin do navegador baixa uma segunda vez para salvar no computador. assim, este método de renomear o arquivo temporário diminui o tráfego da internet.

Edição em 11/12/2009: Saiu o Google Chrome 4, versão Beta, para Linux e agora tem suporte a extensões. Hoje já são mais de 600 extensões. Deve haver uma que salve os vídeos, mas isso já não tem importância para mim. :)

Outubro 27, 2009

Melhores aplicativos para o meu PC – Versão 2009

Arquivado em: Diversos, Software — Tags:, , , , — zoltral @ 11:06 pm

Em setembro de 2008, publiquei este post, sobre os melhores aplicativos que eu usa em meu PC.
Agora, um ano depois, resolvi atualizar a lista, já que ocorreram algumas mudanças. desta vez também acrescentei alguns comentários sobre as escolhas e/ou mudanças.

1. Organizador de fotos digitais: Gthumb – não mudou
2. Mensageiro instantâneo: Emesene – era Pidgin
A escolha anterior era o Pidgin pela diversidade de protocolos que ele aceita, mas não adianta, no Brasil a grande maioria das pessoas está no MSN e o melhor clone no Linux é o Emesene.
3. Ferramenta GTD: papel e caneta – não mudou
Em cima da minha mesa tem várias canetas, a quantidade é variável, hoje tem cinco, e uma agenda antiga que reaproveito para anotar e desenvolver todas as idéias que aparecem. Quando acabar essa agenda, já tenho outras três para usar.
4. Ripador de DVD: dvd::rip – era não uso
Culpa de um único DVD que precisei ripar. Precisei escolher um programa.
5. Gerenciador de contatos: agenda do meu celular Motorola W510 – não mudou
Acrescentei um arquivo texto salvo no computador, como backup da lista de contatos. Culpa de uma amiga que perdeu o celular e ficou sem toda a lista de contatos. Vendo o exemplo, passei a fazer backup.
Você tem um backup da sua lista de contatos do celular?
6. Editor de textos: Gedit – não mudou
7. Sistema de compartilhamento on-line: Limewire no Linux e Frostware no Windows – era apenas Limewire
8. Leitor RSS: Google Reader – não mudou
9. Lançador de aplicações: Painel do Gnome – era Cairo Dock
O Cairo Dock vivia tendo problemas. Era muito trabalho por conta de apenas alguns efeitos visuais. O painel do Gnome cumpre seu papel sem frescura e sem problema.
10. Página inicial: Tela do Speed Dial, plugin do Firefox – era Google Reader
O Speed Dial permite maior diversidade de escolhas quanto ao primeiro acesso após me conectar na internet e abrir o navegador.
11. Antivirus: Norton Internet Security (tenho dual boot) – por enquanto
Fica instalado apenas enquanto estiver na validade da licença dele. Em janeiro a licença vence e não vou renovar. Pretendo trocar para o Comodo Internet Security, que já utilizo no outro computador, que tem Windows por causa dos jogos das crianças.
12. Site de compartilhamento de fotos: Picasa – não mudou
13. Gerenciamento de finanças pessoais: Calc – não mudou
14. Media player: mplayer – era VLC
Depois que troquei o Fedora pelo Ubuntu, o VLC só me deu dor de cabeça. Já o mplayer foi o contrário, dava dor de cabeça no Fedora e está dando conta do trabalho no Ubuntu.
15. Manutenção do Windows: Norton Internet Security, Comodo Internet Security e SpyBot – era não tenho
Culpa do Windows no computador das crianças, para os jogos, e o dual boot neste por conta do Internet Banking da Caixa.
16. Ferramenta de backup: File-Roller- não mudou
Ou seja, aqui o backup é manual. Mas estou analisando seriamente a necessidade de um programa específico para isso, pois o tamanho das pastas está tornando inviavel de se continuar fazendo manualmente.
17. Ferramenta de sincronização de arquivos: não uso – não mudou
18. Gerenciamento de arquivos: Nautilus – não mudou
19. Ferramenta de anotações: Notas – era Tomboy
Depois de uma discussão que surgiu sobre o Mono no Gnome, decidi remover este do meu Ubuntu, com isso o Tomboy foi embora junto.
20. Gerenciamento de lista de pendências: Notas – era Tomboy
21. Ferramenta de busca no desktop: find – não mudou
22. Melhor cliente FTP: Firefox com plugin FireFTP – não mudou
Mas me é absolutamente inútil, porque neste um ano, não precisei dele em nenhum momento.
23. Melhor gerenciador de senhas: UPM Universal Password Manager – não mudou
24. Melhor gerenciador de downloads: Firefox com plugin Custom Download Manager – não mudou
25. Melhor agenda: agenda do meu celular Motorola W510 – não mudou
26. Melhor cliente BitTorrent: Transmission – não mudou

Outubro 15, 2009

Mudando o visual do computador

Apesar de sempre prezar pelo desempenho dos meus computadores, um dos principais motivos de utilizar Linux neles, também gosto de caprichar no visual do desktop, pois acho que assim fica mais agradável de trabalhar.

Junto a isso, também tenho a mania de mudar regularmente temas, ícones, sons, fontes, cores e papéis de parede utilizados no computador, tornando o computador algo mais vivo, tirando um pouco aquela coisa de máquina impessoal. Já vi pessoas usando sempre a mesma cor, o mesmo tema e o mesmo papel de parede no seu computador.

A minha ex-esposa é um bom exemplo. Já fui obrigado a buscar na internet o mesmo papel de parede que tinha antes de ser preciso reformatar o computador dela. Não custava nada ela colocar outro papel de parede que fosse do seu agrado, mas não, me obrigou a procurar o mesmo, porque ela não gosta das coisas diferentes.

Eu não penso assim, gosto de mudar, quero que o computador tenha um visual bonito e que não seja repetitivo, cansativo. Por isso eu tenho uma boa coleção de links que me permitem mudar constantemente o visual do computador.

E hoje eu vou compartilhar exatamente esses links que eu utilizo.

Papéis de parede:
Blirk
Caedes
DesktopNexus
DeviantART
Gnome Art
Gnome-Look
InterfaceLIFT
Jeuneo
WallpaperStock
Zone Wallpaper

Ícones:
CrystalXP
Gnome-Look
IconsPedia
InterfaceLIFT

Temas:
Gnome Art
Gnome-Look
Obs: Estes temas são apenas para o ambiente desktop Gnome, que é o padrão no Ubuntu Linux que eu utilizo.
Para ambiente KDE procure aqui: Kde-Look
Para ambiente XFCE procure aqui: XFCE-Look
Para Windows procure aqui: InterfaceLIFT ou então no CrystalXP

Fontes:
1001 Free Fonts
Dafont
FontCubes
Sofontes

Meu desktop hoje é este:

De Diversos

Papel de parede: Blue biohazard.jpg
Tema: CopperDeck
Ícones: OSDark
Fonte: Sony Sketch EF

Outubro 2, 2009

Portal pessoal

Arquivado em: Linux, Software, Tutorial, Ubuntu — Tags:, , , , , — zoltral @ 10:16 pm

A internet trouxe ao alcance de alguns cliques, todo o conhecimento necessário para a realização de quase qualquer coisa que imaginemos.

Basta acessarmos o mecanismo de busca preferido de cada um (o meu é o Google) e pesquisar. Mas nem sempre o que procuramos esta nos primeiros links que aparecem. Isso nos demanda tempo, visitando diversos links até encontrarmos oque queremos.

Pior ainda, quando temos que procurar algo que encontramos antes, precisamos mais uma vez e não encontramos facilmente. Ficamos com aquela sensação de porque “não salvei o link” ou “porque não salvei a página com as informações”.

Pensando nesse caso, sempre tive a mania de clicar no menu Arquivo/Salvar do navegador e salvar a página inteira em uma pasta chamada Manuais.

Infelizmente, um outro problema surgiu. Como encontrar o que se está procurando, dentro de uma pasta que tem 128 arquivos .html mais 64 pastas com conteúdo interno?

Mas por que toda essa lamentação? Porque a alguns dias eu precisei da mesma informação que eu já precisei a tempos atrás. Encontrei naquela vez, sabia que existia, mas precisei gastar tempo pesquisando novamente.

Ficou óbvio que eu precisava organizar a bagunça urgentemente.

Com essa experiência em mente, resolvi colocar ordem na bagunça da minha pasta de Manuais, não organizando ela, até porque acho que seria perda de tempo. Mas sim, juntando as informações em um único local.

A decisão foi de montar um servidor web de forma local, no meu computador, organizando as informações.

No primeiro momento pensei em um Wiki. Pois já tive uma experiência anterior com Wiki, em um outro projeto pessoal. Mas infelizmente não foi fácil instalar, configurar, manter e atualizar. Quanto troquei o Fedora pelo Ubuntu, não consegui instalar o Wiki novamente e acabei perdendo o trabalho feito. Como era apenas um hobby, não foi traumatizante.

Mas agora, como decidi juntar minha base de manuais, tutorias, artigos e dicas, não queria correr o risco de perder o trabalho feito.

Assim, a minha decisão foi por um servidor web local, apresentando um portal pessoal com páginas estáticas, com todas as informações facilmente acessíveis.

Por que páginas estáticas? Porque se ocorrer algum problema, basta descompactar o backup e tudo estará funcionando normalmente.

Com isso decidido, parti para instalar e configurar tudo.

Primeiro passo: o servidor web. Toda distribuição Linux normalmente tem o Apache prontinho para ser instalado, no entanto eu acho que ele é muito para o pretendido. Assim minha escolha recaiu sobre um pequeno servidor web que já utilizei anteriormente, para testar minha antiga home page, que eu mencionei neste post.

É o Abyss Web Server, da empresa Aprelium. Existem duas versões, a Professional Editon X2 paga e a Personal Edition X1 free. O executável da versão free tem apenas 1,3 MB e quando em execução consome menos de 8 MB de RAM. Neste momento está consumindo 7912 KB.

Segundo passo: o editor html. Esse nem pensei em pesquisar. Eu gosto do Bluefish.

Terceiro passo: escolher um template free e bonito para colocar no portal. O site justFREEtemplates é um bom local para encontrar templates free. Escolhi o sliced.

Criei também uma página padrão onde basta colocar no corpo, o título e o texto de meu interesse e então linkar direto numa página com índice alfabético.

Para terminar, criei um pequeno script que coloquei no meu desktop, apenas para iniciar o servidor web.

Código do script:

#!/bin/bash
cd /home/arquivos/paulo/abyssws/
./abyssws

Depois ainda resolvi dar uma incrementada no visual, adicionando algumas funcionalidades.

1 – A data estelar atual
2 – Um calendário
3 – Um relógio
4 – A previsão do tempo de Curitiba

Depois de tudo pronto, o meu portal pessoal ficou assim.

Página inicial:

De Diversos

Índice dos manuais:

De Diversos

Uma página do manual.

De Diversos

Agora é só ir adicionando as coisas importantes. O legal é que comecei a colocar no portal as coisas que estavam na pasta Manuais e descobri que muitas coisa já estão ultrapassadas, se tornando inúteis. Só estão ocupando espaço no HD.

Quando terminar de migrar tudo que for importante, vou simplesmente deletar a pasta.

Setembro 11, 2009

Converter fontes .otf para .ttf

Arquivado em: Linux, Software, Ubuntu — Tags:, , , , , , , , , — zoltral @ 10:17 pm

Hoje eu estava procurando algumas fontes novas para um projeto pessoal que estou desenvolvendo.

Encontrei várias, mas me deparei com um problema. Algumas dessas fontes tem extensão .otf. Baixei elas, mas não consegui utilizar.

Pesquisei e descobri que o programa FontForge converte essas fontes para .ttf, mas ainda ficou o problema de converter muitas fontes. Usando a interface gráfica do FontForge é muito demorado.

Mais um pouco de pesquisa e descobri um pequeno script que resolve mais este problema.

Segue o script:

#!/usr/local/bin/fontforge
# Quick and dirty hack: converts a font to truetype (.ttf)
Print("Opening "+$1);
Open($1);
Print("Saving "+$1:r+".ttf");
Generate($1:r+".ttf");
Quit(0);

Salvar o script com o nome de otf2ttf.sh e então executar ele com o comando:

fontforge -script otf2ttf.sh FONTNAME.otf

Caso se tenha que converter muitas fontes, que foi o meu caso, pode-se executar o sript assim:

for i in *.otf; do fontforge -script otf2ttf.sh $i; done

Pronto, meus problemas foram resolvidos.

EDITADO EM 07/10/2009: Este post só menciona o Linux, mas o Fontforge funciona também no Windows, mas precisa que o Cygwin esteja instalado.

Agosto 22, 2009

Brincando com o Gimp

Arquivado em: Fotografia, Linux, Software — Tags:, , , — zoltral @ 8:31 pm

A muito tempo eu utilizo o programa Gimp para fazer a edição das fotos que eu tiro.

Inicialmente eu o utilizava por ser praticamente o único programa que existia no Linux.

Hoje em dia já existem outros programas que suprem as necessidades básicas de edição, seja no Linux seja na web, mas como eu o utilizo a muitos anos, não pretendo trocar.

Mesmo o utilizando a muitos anos, existem algumas técnicas que nunca utilizei, seja por falta de vontade de aprender ou por falta de necessidade da mesma.

Hoje, tive vontade de aprender uma técnica muito vista na internet mas que eu não sabia como fazer, em que um objeto da imagem permanece colorido e o restante da imagem fica em preto e branco.

Graças a este artigo do Gimp Lab foi fácil aprender. Não foi fácil de fazer porque dá um trabalhão selecionar oque se quer deixar colorido.

O resultado está aqui. A imagem original, que eu tirei em 07/09/2008, a quase um ano atrás, e a imagem editada hoje no Gimp.

De 07 de Setembro
De 07 de Setembro

Até que para uma primeira tentativa, ficou legal.

Para quem usa o Gimp, recomendo uma boa leitura do Gimp Lab.

Julho 31, 2009

Configurar o Ubuntu para assistir DVD

Arquivado em: Linux, Tutorial, Ubuntu — Tags:, , , — zoltral @ 1:17 am

Continuando na linha de tutoriais do Ubuntu.

Só ontem me deparei com um problema. Até então, não tinha tentado assistir nenhum DVD no Ubuntu e quando fui assistir, não funcionou.

Fui direto no Synaptic para verificar as bibliotecas padrão para DVD, libdvdnav, libdvdread e libdvdcss2 e surpresa, a libdvdcss2 não estava por lá.

Uma passada pelo Fórum Ubuntu-BR, mais especificamente neste tópico e meus problemas foram resolvidos.

A resolução do problema passa por instalar o repositório Medibuntu e instalar os pacotes necessários.

Os passos são estes aqui:

1 – Instalando o repositório Medibuntu:
sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/jaunty.list –output-document=/etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list

2 – Instalando a chave do repositório:
sudo apt-get update && sudo apt-get install medibuntu-keyring && sudo apt-get update

3 – Instalando as bibliotecas necessárias:
sudo apt-get install libdvdcss2 w32codecs

Depois disso, o VLC passou a ler DVD sem problema.

Julho 26, 2009

Análise de um mês com o Ubuntu

Arquivado em: Linux, Software, Ubuntu — Tags:, , , — zoltral @ 4:01 pm

No dia 30/06, depois de enfrentar problemas com o Fedora, instalei o Ubuntu 9.04 no meu computador, conforme mencionei aqui.

Como nesta semana vai completar um mês com o Ubuntu instalado, resolvi fazer uma análise rápida e não técnica da migração e uso do Ubuntu neste período.

Primeiro, a migração. Como usuário avançado de Linux, já são quase 10 anos nesta estrada, não enfrentei nenhuma dificuldade. A instalação foi rápida e simples, com poucos passos a serem executados.

Em segundo lugar, a usabilidade. Como o desktop padrão é o Gnome do meu coração, foi tranquilo, não tive dificuldades. O visual é até bonitinho, mas eu nunca mantenho o visual padrão de qualquer distro que eu use, seja ela qual for. Instalar novos ícones e papel de parede e trocar a cor do tema resolve quase tudo.

Uma breve pesquisa resolveu o caso dos ícones padrões no desktop, pois estou acostuma a usar eles. Expliquei isto em um post anterior.

Para o visual, usei o tema Shiny-tango mais os controles Polycarbonate-One, que já estavam instalados.

Os ícones eu instalei o pacote Cryo64-Mixed e o papel de parede atual é este aqui.

Para habilitar o desktop 3D bastou executar a opção Drivers de Hardware no menu Sistema/Administração. Reconheceu minha NVidia e instalou o driver corretamente.

Depois dessas arrumações o meu desktop, em 26/07/2009 está assim:

De Diversos

Por último, no quesito gerenciamento de pacotes, na minha opinião o Synaptic ganha tranquilo do Yumex. Ele é muito mais rápido.

Então, numa análisa rápida, estou muito contente com o Ubuntu.

Julho 5, 2009

Minha trajetória usando Linux

Arquivado em: Linux — Tags:, , , , , , , , , , , , — zoltral @ 12:16 am

Comprei meu primeiro computador PC em 1994 1995, que veio com o Windows 3.11 instalado a meu pedido. Em 1996 instalei nele o Windows 95 e em 1998 o Windows 98.

Nessa época eu acessava bastante o IRC e o ICQ.

Sempre fui muito preocupado com segurança, tendo sempre instalado um anti-vírus e até mesmo um firewall.

Em 1998 e 99 os grandes vilões eram os backdoor como o NetBus e Back Orifice.

E em 1999 apesar de todos os meus cuidados, alguem do IRC conseguiu acessar meu computador através de um desses programas backdoor. Comentando com um dos operadores do canal que eu frequentava, ele falou que se eu estivesse usando Linux isso não teria acontecido.

Com esse comentário na mente, resolvi pesquisar sobre esse tal de Linux e descobri que havia vida fora do Windows.

Pensei durante algum tempo e então resolvi testar o tal Linux. No meio de 1999, comprei o Conectiva Guarani 3.0, mas para economizar, comprei apenas o CD, sem manual. Até baixei o The Linux Manual, mas não ajudou muito. Uma semana sofrendo com aquele sistema estranho foi o suficiente. Reinstalei meu conhecido Windows 98.

Mas continuei lendo/pesquisando sobre o Linux. Descobri que ele não era fácil, mas achei que valia a pena dar uma segunda chance. Tive o incentivo de um colega de trabalho que também estava tentando aprender Linux. Ele entrou em um curso e me aconselhou a fazer o mesmo.

Assim, no final de 1999 me matriculei em um curso de Linux na Elaborata, que realizava treinamento autorizado do Conectiva Linux. Assim de novembro de 1999 até o final de janeiro de 2000, aprendi a instalar, configurar e administrar o tal Linux, especialmente o Conectiva 4 que foi usado em todo o treinamento e que os alunos ganharam dois jogos de CD’s.

Guardo até hoje meus 4 certificados do curso (Introdução ao Linux, Administração de Sistemas Linux, Administração de Redes Linux e Administração do Servidor Linux).

Com o Conectiva, passei pelas versões 5, 6, 7 e 8.

No final de 2003, com o decepcionante lançamento do Conectiva 9, resolvi mudar para alguma outra distribuição, sendo que as mais famosas eram a Debian, a Slackware e a Suse.

Primeiro instalei a Debian, mas ela e meu computador não se entenderam. Testei então o Slackware e gostei, principalmente porque nele eu tinha o controle de tudo. No Slackware usei as versão 9.1, 10.0, 10.1, 10.2 e 11.

Em todas as distros, por uma questão de gosto, sempre usei o Gnome, não gostando do KDE. Na versão 10.1, o Gnome foi retirado do Slackware. Mas tudo bem, como haviam muitos outros que também preferiam o Gnome, logo surgiram pacotes extra-oficias para o Slackware.

No entanto, depois de alguns meses esses pacotes extra-oficias começaram a ficar defasados, demorando para serem disponibilizados após alguma atualização do Gnome.

Aliando a essa defasagem do Gnome, eu também comecei a cansar de configurar tudo manualmente. Passei a pensar que o software e o hardware estavam ali para resolverem meus problemas, não para que eu me tornasse escravo deles. Pois era assim que passei a me sentir com as constantes buscas de informações para configurar qualquer coisa nova que eu instava.

Assim, decidi partir novamente para uma distribuição “fácil”. Testei a Mandrake, OpenSuse e Fedora.

Gostei e fiquei então com o Fedora, usando as versões 9, 10 e 11.

Como postei anteriormente, na semana passada mudei para o Ubuntu.

Nesse tempo todo, uma coisa que qualquer usuário Linux deveria ter era um LiveCD, para pode resolver qualquer caca que fosse feita no computador e eu não fugi da regra.

Como LiveCD, usei cinco distribuições: Slax, Litrix, Kanotix, Kurumin e GoblinX, sendo que esta última é a que uso atualmente.

Além destas, tem uma distro LiveCD que sempre uso por ser uma excelente ferramenta, a GParted, cuja especialidade é gerenciamento/recuperação do particionamento de HD’s.

Este é um resumo deste 9 anos e meio em que uso Linux.

Só tenho uma conclusão: não me arrependo de ter entrado no mundo Linux!

PS: Esqueci de mencionar que entre o Slackware e o Fedora eu usei durante algum tempo o Gentoo. Desisti dele quando percebi que o computador passava a maior parte do tempo compilando as atualizações dos programas do que qualquer outra coisa. Só então parti para uma nova busca, que resultou na escolha do Fedora.

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