Blog do Zoltral

16/01/2010

Conky – auto-inicialização no Gnome

Filed under: Gnome, Linux, Software — Tags:, , , — Zoltral @ 15:20

Para que o Conky inicialize automaticamente no Gnome, é preciso criar um script e incluir este na inicialização do Gnome.

Primeiro, criar um arquivo oculto na pasta /home, chamado .conky_start.sh com o seguinte conteúdo:
#!/bin/sh
sleep 30 && conky;

Dar permissão de execução para ele:
chmod +x .conky_start.sh

Adicionar este script a inicialização em Sistemas -> Preferências -> Aplicativos de Sessão, usando o caminho completo /home/usuário/./.conky_start.sh e está pronto.

Na pŕoxima inicialização, 30 segundos após o Gnome carregar, o Conky será executado. Se quiser mudar o tempo de espera, altere o valor de sleep 30 no arquivo criado.

03/01/2010

3D no Gnome, sem Compiz

Filed under: Gnome, Linux, Software, Tutorial — Tags:, , , , , — Zoltral @ 23:31

Normalmente, para os efeitos 3D funcionarem, se utiliza o Compiz.

No entanto, existe como fazer os efeites 3D do Gnome funcionarem sem o Compiz.

Basta ativar o compositing_manager do Metacity.

Claro que não vai ter o cubo girante para impressionar as visitas, mas vai ter janelas com sombra e transparência real.

Como fazer?

Tecle Alt+F2 e digite gconf-editor na caixa de diálogo.

Vá no caminho Apps > metacity > general.

Procure e ative o compositing_manager.

Pronto, Já está resolvido e funcionando.

Fonte: Blog Down-Linux

05/07/2009

Minha trajetória usando Linux

Filed under: Linux — Tags:, , , , , , , , , , , , — Zoltral @ 00:16

Comprei meu primeiro computador PC em 1994 1995, que veio com o Windows 3.11 instalado a meu pedido. Em 1996 instalei nele o Windows 95 e em 1998 o Windows 98.

Nessa época eu acessava bastante o IRC e o ICQ.

Sempre fui muito preocupado com segurança, tendo sempre instalado um anti-vírus e até mesmo um firewall.

Em 1998 e 99 os grandes vilões eram os backdoor como o NetBus e Back Orifice.

E em 1999 apesar de todos os meus cuidados, alguem do IRC conseguiu acessar meu computador através de um desses programas backdoor. Comentando com um dos operadores do canal que eu frequentava, ele falou que se eu estivesse usando Linux isso não teria acontecido.

Com esse comentário na mente, resolvi pesquisar sobre esse tal de Linux e descobri que havia vida fora do Windows.

Pensei durante algum tempo e então resolvi testar o tal Linux. No meio de 1999, comprei o Conectiva Guarani 3.0, mas para economizar, comprei apenas o CD, sem manual. Até baixei o The Linux Manual, mas não ajudou muito. Uma semana sofrendo com aquele sistema estranho foi o suficiente. Reinstalei meu conhecido Windows 98.

Mas continuei lendo/pesquisando sobre o Linux. Descobri que ele não era fácil, mas achei que valia a pena dar uma segunda chance. Tive o incentivo de um colega de trabalho que também estava tentando aprender Linux. Ele entrou em um curso e me aconselhou a fazer o mesmo.

Assim, no final de 1999 me matriculei em um curso de Linux na Elaborata, que realizava treinamento autorizado do Conectiva Linux. Assim de novembro de 1999 até o final de janeiro de 2000, aprendi a instalar, configurar e administrar o tal Linux, especialmente o Conectiva 4 que foi usado em todo o treinamento e que os alunos ganharam dois jogos de CD’s.

Guardo até hoje meus 4 certificados do curso (Introdução ao Linux, Administração de Sistemas Linux, Administração de Redes Linux e Administração do Servidor Linux).

Com o Conectiva, passei pelas versões 5, 6, 7 e 8.

No final de 2003, com o decepcionante lançamento do Conectiva 9, resolvi mudar para alguma outra distribuição, sendo que as mais famosas eram a Debian, a Slackware e a Suse.

Primeiro instalei a Debian, mas ela e meu computador não se entenderam. Testei então o Slackware e gostei, principalmente porque nele eu tinha o controle de tudo. No Slackware usei as versão 9.1, 10.0, 10.1, 10.2 e 11.

Em todas as distros, por uma questão de gosto, sempre usei o Gnome, não gostando do KDE. Na versão 10.1, o Gnome foi retirado do Slackware. Mas tudo bem, como haviam muitos outros que também preferiam o Gnome, logo surgiram pacotes extra-oficias para o Slackware.

No entanto, depois de alguns meses esses pacotes extra-oficias começaram a ficar defasados, demorando para serem disponibilizados após alguma atualização do Gnome.

Aliando a essa defasagem do Gnome, eu também comecei a cansar de configurar tudo manualmente. Passei a pensar que o software e o hardware estavam ali para resolverem meus problemas, não para que eu me tornasse escravo deles. Pois era assim que passei a me sentir com as constantes buscas de informações para configurar qualquer coisa nova que eu instava.

Assim, decidi partir novamente para uma distribuição “fácil”. Testei a Mandrake, OpenSuse e Fedora.

Gostei e fiquei então com o Fedora, usando as versões 9, 10 e 11.

Como postei anteriormente, na semana passada mudei para o Ubuntu.

Nesse tempo todo, uma coisa que qualquer usuário Linux deveria ter era um LiveCD, para pode resolver qualquer caca que fosse feita no computador e eu não fugi da regra.

Como LiveCD, usei cinco distribuições: Slax, Litrix, Kanotix, Kurumin e GoblinX, sendo que esta última é a que uso atualmente.

Além destas, tem uma distro LiveCD que sempre uso por ser uma excelente ferramenta, a GParted, cuja especialidade é gerenciamento/recuperação do particionamento de HD’s.

Este é um resumo deste 9 anos e meio em que uso Linux.

Só tenho uma conclusão: não me arrependo de ter entrado no mundo Linux!

PS: Esqueci de mencionar que entre o Slackware e o Fedora eu usei durante algum tempo o Gentoo. Desisti dele quando percebi que o computador passava a maior parte do tempo compilando as atualizações dos programas do que qualquer outra coisa. Só então parti para uma nova busca, que resultou na escolha do Fedora.

Tema: Silver is the New Black. Blog no WordPress.com.

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