Blog do Zoltral

26/09/2010

Corrigindo erro de formato no subdocumento content.xml de uma planilha do OO Calc

Filed under: Software, Tutorial — Tags:, , , , — Zoltral @ 12:39

Eu controlo o meu orçamento doméstico com uma planilha do OpenOffice Calc.

Ontem, quando fui abrir o arquivo para incluir as movimentações do dia, recebi uma mensagem de erro, após a qual o Calc não abria o arquivo. A mensagem foi “Foi encontrado um erro de formato no arquivo do subdocumento content.xml em 2,163484“.

Pesquisando no Google, encontrei várias informações, mas nenhuma com a solução completa e na maioria dos casos a advertência de que quase com certeza, o arquivo estaria corrompido e totalmente perdido.

No entanto, fui a luta e consegui reverter o problema, tornando o arquivo totalmente utilizável novamente.

Vamos ao passo a passo no Linux, mas antes, para o caso de cometer um erro e aumentar o estrago, é melhor trabalhar com uma cópia da planilha problemática.

1 – Abrir o documento .ods em um gerenciador de pacotes. No meu caso o Gerenciador de Pacote do Gnome.
2 – Extrair o arquivo content.xml.
3 – Abrir o arquivo content.xml com um editor que reconheça xml. Usei o Bluefish.
4 – Localizar o ponto de erro, aqui era linha 2, coluna 163484.
5 – Analisar e corrigir o erro.
6 – Salvar e sair do arquivo.
7 – Com o Gerenciador de Pacotes, incluir o content.xml corrigido no arquivo .ods, substituindo o errado que estava no pacote.

Está pronto.

Atenção: Na explicação abaixo faltam os sinais de maior que (tecla Shit + .) e menor que (tecla Shift + ,), pois o WordPress os interpreta como comando, assim não consigo exibir eles no texto. Quando analizar o arquivo content.xml as tags ficam claras.

No meu caso, quando fui analizar o arquivo, encontrei a tag “ext:p /text:p“. A abertura da tag estava truncada. Corrigi para “text:p /text:p“.
Fiz os passos 6 e 7 mas quando executei o arquivo apareceu um novo erro em 2,163495.
Refiz os passos 1 até 5 e encontrei um novo erro, a tag de fechamento “/table:table-cell” sem a tag de abertura. Analisei uma tag de abertura do “table:table-cell” anterior no arquivo e cheguei a conclusão de que não teria como repetir a abertura com os parâmetros corretos, então eliminei o “text:p /text:p /table:table-cell“.

Ao final disso, meu arquivo do orçamento doméstico voltou a funcionar normalmente

25/01/2010

Opera minimalista como o Chrome

Filed under: Software — Tags:, , , — Zoltral @ 23:33

Uma das grandes mudanças trazida pelo navegador Google Chrome, foi o visual minimalista, sem a grande quantidade de barras de ferramentas e menus dos demais navegadores.

Tenho utilizado principalmente o Chrome como meu navegador, mas o Opera continua instalado em meu computador, já que ele foi por muito tempo meu navegador preferido e ainda não o abandonei.

Hoje atualizei a versão dele, e quando estava olhando alguns skins novos, encontrei um pequeno tutorial que o deixa com um visual minimalista como o Chrome.

1 – Desative as barras de ferramentas, exceto as de status, endereço e guia.
2 – Selecione o tamanho dos ícones em 70%.
3 – Digite opera:config#Show Menu na barra de endereço e desmarque a opção.
4 – Reinicie o opera.

O menu passa a estar em um botão na mesma barra das guias, na extremidade esquerda.

Pronto, o Opera está tão minimalista quando o Chrome.

Veja como é o Chrome:

De Diversos

Veja como ficou o Opera:

De Diversos

16/01/2010

Conky – auto-inicialização no Gnome

Filed under: Gnome, Linux, Software — Tags:, , , — Zoltral @ 15:20

Para que o Conky inicialize automaticamente no Gnome, é preciso criar um script e incluir este na inicialização do Gnome.

Primeiro, criar um arquivo oculto na pasta /home, chamado .conky_start.sh com o seguinte conteúdo:
#!/bin/sh
sleep 30 && conky;

Dar permissão de execução para ele:
chmod +x .conky_start.sh

Adicionar este script a inicialização em Sistemas -> Preferências -> Aplicativos de Sessão, usando o caminho completo /home/usuário/./.conky_start.sh e está pronto.

Na pŕoxima inicialização, 30 segundos após o Gnome carregar, o Conky será executado. Se quiser mudar o tempo de espera, altere o valor de sleep 30 no arquivo criado.

Monitorando o computador com o Conky

Filed under: Fedora, Linux, Software — Tags:, , , , , , , , — Zoltral @ 14:54

Em 2008 publiquei este post sobre monitoração do computador, onde apresentei vários programas que realizam esta atividade.

Na apresentação dos programas, informei que tive problemas na visualização do Conky e que o Gkrellm funcionava perfeitamente.

Mas isso foi enquanto eu utilizava o Compiz como gerenciador 3D. A alguns dias, troquei o gerenciador 3D, passando a utilizar o gerenciador do Metacity.

Depois dessa troca, passei a ter problema no visual do Gkrellm. Não que ele não funcionasse. Ele continua trabalhando direito. Ocorre que utilizo o Gkrellm com um tema transparente e ele passou a apresentar uma sombra, atrapalhando a transparência.

Assim, desativei o Gkrellm e passei a testar o Conky. E ele funcionou direito.

Decidi então substituir em o Gkrellm pelo Conky como programa padrão para o monitoramento do meu computador.

Passei então a mexer na configuração do Conky, que fica no arquivo .conkyrc no diretório /home do usuário.

Após muitos testes, cheguei a uma configuração que considero a ideal para mim, que pode ser vista na imagem abaixo.

De Diversos

Abaixo está o meu .conkyrc:

background yes
use_xft yes
xftfont HandelGotD:size=8
xftalpha 0.5
update_interval 1.0
total_run_times 0
own_window yes
own_window_type override
own_window_transparent yes
own_window_hints undecorated,below,sticky,skip_taskbar,skip_pager
double_buffer yes
minimum_size 170 5
maximum_width 190
draw_shades no
draw_outline no
draw_borders no
draw_graph_borders yes
default_color aaaaaa
default_shade_color red
default_outline_color green
alignment top_right
gap_x 5
gap_y 18
no_buffers yes
uppercase no
cpu_avg_samples 2
override_utf8_locale yes

TEXT
${color gray}
${font Zekton:style=Bold:pixelsize=20}${alignc}${time %H:%M:%S}${font Zekton:size=8}
${font Zekton:style=Bold:pixelsize=14}${alignc}${time %A - %D}${font Zekton:size=8}

${font Mono:size=8}${execpi 60 DJS=`date +%_d`; cal | sed '1d' | sed '/./!d' | sed 's/$/ /' | fold -w 21 | sed -n '/^.\{21\}/p' | sed 's/^/${alignc} /' | sed /" $DJS "/s/" $DJS "/" "'${color red}'"$DJS"'${color}'" "/}

SYSTEM ${hr 2}
${font Zekton:style=Bold:pixelsize=14}${alignc}$nodename${font Zekton:size=8}
${voffset 2}${font Zekton:style=Bold:size=12}#!${font} CrunchBang Linux ${alignr}08.10.01
${font OpenLogos:size=60} ${alignc} N${font}
${alignc} Kernel: ${kernel}

${cpubar cpu0 8,90}${color gray}
${cpubar cpu1 8,90}${color gray}
${color lightgrey}CPU0: $color ${freq cpu0} Mhz $alignr${color lightgrey} Usage:$color ${cpu cpu0} %
${cpugraph cpu0 FF9900 FF0000}
${color lightgrey}CPU1: $color ${freq cpu1} Mhz $alignr${color lightgrey} Usage:$color ${cpu cpu1} %
${cpugraph cpu1 FF9900 FF0000}
RAM: $memperc% ${alignr}${membar 8,100}
SWAP: $swapperc% ${alignr}${swapbar 8,100}
Uptime: ${alignr}${uptime}

MAIOR USO CPU ${hr 2}
$alignr CPU% MEM%
${top name 1}$alignr${top cpu 1}${top mem 1}
${top name 2}$alignr${top cpu 2}${top mem 2}
${top name 3}$alignr${top cpu 3}${top mem 3}

MAIOR USO MEM ${hr 2}
$alignr CPU% MEM%
${top_mem name 1}$alignr${top_mem cpu 1}${top_mem mem 1}
${top_mem name 2}$alignr${top_mem cpu 2}${top_mem mem 2}
${top_mem name 3}$alignr${top_mem cpu 3}${top_mem mem 3}

HD ${hr 2}

/: $alignr ${fs_used /} / ${fs_size /} ($alignr${fs_free_perc /}%)
${fs_bar 4 /}
/home: $alignr ${fs_used /home/} / ${fs_size /home} ($alignr${fs_free_perc /home}%)
${fs_bar 4 /home}
/arquivos: $alignr ${fs_used /home/arquivos} / ${fs_size /home/arquivos} ($alignr${fs_free_perc /home/arquivos}%)
${fs_bar 4 /home/arquivos}
#/windows: $alignr ${fs_used /windows} / ${fs_size /windows} ($alignr${fs_free_perc /windows}%)
#${fs_bar 4 /windows}
HD I/O
${diskiograph /dev/sda6 009900 009900}

NETWORK ${hr 2}${color}

Down ${downspeed eth0} k/s ${alignr}Up ${upspeed eth0} k/s
${downspeedgraph eth0 25,90 FF3300 FF3300} ${alignr}${upspeedgraph eth0 25,90 FF6600 FF6600}
Total ${totaldown eth0} ${alignr}Total ${totalup eth0}

Precisei instalar duas fontes extras para ficar com o Conky assim. A Zekton para o visual e a OpenLogos para exibir o símbolo do Fedora.

A OpenLogos possui uma grande quantidade de logos de distribuições e de linguagens de programação.

Para a fonte Zekton acentuar corretamente, precisei alterar o atributo override_utf8_locale para yes no .conkyrc.

Baixei as duas fontes do site dafont.com.

Editado em 16/01/2010: A lista completa de variáveis do Conky você encontra aqui.

03/01/2010

3D no Gnome, sem Compiz

Filed under: Gnome, Linux, Software, Tutorial — Tags:, , , , , — Zoltral @ 23:31

Normalmente, para os efeitos 3D funcionarem, se utiliza o Compiz.

No entanto, existe como fazer os efeites 3D do Gnome funcionarem sem o Compiz.

Basta ativar o compositing_manager do Metacity.

Claro que não vai ter o cubo girante para impressionar as visitas, mas vai ter janelas com sombra e transparência real.

Como fazer?

Tecle Alt+F2 e digite gconf-editor na caixa de diálogo.

Vá no caminho Apps > metacity > general.

Procure e ative o compositing_manager.

Pronto, Já está resolvido e funcionando.

Fonte: Blog Down-Linux

28/12/2009

Segurança no Linux: procurando RootKit e configurando o firewall

Regularmente, procuro a existência de rootkits no meu Linux. Para isso utilizo o chkrootkit. No entanto, ontem, encontrei um artigo no blog do Corvolino fazendo referência a um outro programa, chamado rkhunter, que o Hugo Dória, usuário experiente em segurança e Linux, defendeu como sendo melhor que o chkrootkit.

Porque procurar rootkit em seu Linux? Porque rootkits são indicativos de que seu Linux foi invadido, estando com a segurança comprometida e seus arquivos e informações estão correndo perigo.

Veja a definição de rootkit pelo Hugo Dória em um artigo no Viva o Linux:
Rootkits são ferramentas utilizadas, geralmente, com o objetivo de ocultar a presença de invasores nas máquinas. Com essas ferramentas alguém não-autorizado, mas que já conseguiu entrar na máquina, pode ter controle sobre a máquina e nem ser notado.

Muitos rootkits acompanham uma gama de binários (como o ls, ps, who, find etc) modificados para que os processos rodados pelo invasor não possam ser vistos pelo administrador da máquina. Além disso, muitos vírus atuais utilizam rootkits.

Assim, seguindo o tutorial do Hugo Doria, instalei e executei o rkhunter.

Os passos são:

  • Instalar ele através do programa de instalação de sua distribuição, via synaptic no caso do meu Ubuntu, caso não esteja instalado ainda.
  • Atualizar a base de propriedades dos arquivos
  • rkhunter --propupd

  • Atualizar a base do rkhunter
  • rkhunter --update

  • Executar o rkhunter, como root
  • rkhunter -c
    ou
    rkhunter --check

    O rkhunter vai listar suas ações no terminal e algumas vezes vai pedir para teclar ENTER.

    Agora basta prestar atenção as mensagens de WARNING na cor vermelha, analisando a ocorrência. O log final ficará no arquivo /var/log/rkhunter.log.

    Abra este arquivo como root com seu editor de textos favorito. Aqui foi:
    sudo gvim /var/log/rkhunter.log

    Se houver algum comprometimento da máquina, pesquise na internet para procurar algum método de limpeza ou então reinstale o seu Linux.

    No meu caso, tive alguns WARNING. Pesquisando descobri que eram apenas falso-positivos que podem ocorrer. Normalmente eles aparecem no final da checagem e do log.
    Veja o exemplo abaixo:
    [23:24:29] Warning: Suspicious file types found in /dev:
    [23:24:29] /dev/shm/pulse-shm-1746895747: data
    [23:24:30] Checking for hidden files and directories [ Warning ]
    [23:24:30] Warning: Hidden directory found: /etc/.java
    [23:24:30] Warning: Hidden directory found: /dev/.static
    [23:24:30] Warning: Hidden directory found: /dev/.udev
    [23:24:30] Warning: Hidden directory found: /dev/.initramfs

    Estes falso-positivos são conhecidos, estando inclusive já mencionados no arquivo de configuração do rkhunter que está em /etc/rkhunter.conf. Mas estas referências vem por padrão comentadas. Para acabar com os falso-positivos, como root, abra este arquivo com o seu editor de texto favorito e descomente as linhas que fazem referência a eles.

    Para as referências Hidden directory found, procure a seção abaixo:

    # Allow the specified hidden directories.
    # One directory per line (use multiple ALLOWHIDDENDIR lines).
    #
    ALLOWHIDDENDIR=/etc/.java
    ALLOWHIDDENDIR=/dev/.udev
    #ALLOWHIDDENDIR=/dev/.udevdb
    #ALLOWHIDDENDIR=/dev/.udev.tdb
    ALLOWHIDDENDIR=/dev/.static
    ALLOWHIDDENDIR=/dev/.initramfs
    #ALLOWHIDDENDIR=/dev/.SRC-unix

    Para a referência ao pulse, procure a seção abaixo:

    # Allow the specified files to be present in the /dev directory,
    # and not regarded as suspicious. One file per line (use multiple
    # ALLOWDEVFILE lines).
    #
    #ALLOWDEVFILE=/dev/abc
    ALLOWDEVFILE=/dev/shm/pulse-shm-*

    Feito isto, os falso-positivos desaparecerão. Agora, se aparecer algum WARNING, então é um rootkit.

    Feito a verificação e não constatando nenhum rootkit instalado, é hora de ter certeza que o firewall está dando conta do trabalho de evitar invasões.

    Para isso, a melhor ferramenta que conheço é o guarddog. Entenda melhor neste contexto como a mais fácil

    Para a configuração do Guarddog, segui este tutorial, com algumas modificações:

    Abra o guarddog:
    sudo guarddog

    Configure no assistente dele, na aba Protocol, o seguinte:

  • chat – habilitar os serviços que você usar – msn, irc, jabber, etc;
  • data serve – habilite cddb e freedb (para consultar dicionários online), ntp se seu Linux atualiza a hora do computador pela internet;
  • file transfer – imprescindível habilitar https e http (cuidado aqui para não deixar de habilitar se não você não tem internet) e todos os serviços de troca de arquivo que você usar como bittorrent, edonkey, fasttrack, ftp, gnutella;
  • games – habilite as opções se você for um jogador e escolha o game do tipo quake, etc…;
  • interactive session – só habilite o ipp, se você precisa usar o cups (pois é pré-requisito para poder usá-lo);
  • mail – habilite pop3 e smtp (para receber e enviar e-mails), apenas se usar o email do provedor. Se usar apenas webmail (gmail, hotmail, etc), não precisa;
  • media – marcar ambos por padrão (caso você precise usar);
  • miscellaneous – habilite o pgp key server para a autenticação de chaves criptográficas;
  • network – habilite o dns para ter acesso a internet;
  • user defined – deixe em branco, a não ser que você defina alguma regra particular que você irá criar;
  • Pronto, seu Linux está limpo e seguro.

    Referências utilizadas antes, durante e depois da utilização do rkhunter e do guarddog e também para escrever este artigo:

    Procure RootKit em seu LINUX !
    Procurando rootkits no seu sistema
    RKhunter log file
    Firewall Guarddog: Configuração Básica
    Firewall guarddog

    24/12/2009

    Extensões no Google Chrome

    Filed under: Linux, Software, Ubuntu — Tags:, , , , , — Zoltral @ 00:07

    A pouco tempo troquei o navegador Firefox pelo Google Chrome. O principal motivo é a leveza do Chrome, não sendo um devorador de memória como o Firefox.

    Um dos grandes atrativos do Firefox são suas extensões, que foram tema de dois post’s por aqui:
    O primeiro em 21/09/2008 e o segundo em 13/09/2009.

    Por serem úteis, também utilizo extensões no Chrome. No entanto, algumas não tem correspondente para o Chrome, outras eu não utilizava e nem procurei iguais e outras eram apenas enfeites, que também não me preocupei em substituir. Assim, acabei utilizando menos extensões no Chrome, com função igual ou parecida as extensões que utilizo no Firefox.

    No final, de 17 extensões que eu tinha instaladas no Firefox, passei a ter apenas 6 instaladas no Chrome, sendo que uma nem está ativada, estando apenas 5 ativadas.

    De todas as extensões, sinto realmente muita falta de apenas duas, as demais não fazem tanta diferença:

  • Add Bookmark Here – Cria a opção de adicionar um novo favorito diretamente dentro de cada pasta do favorito. No gerenciador padrão é necessário clicar em adicionar e então escolher a pasta onde o favorito será saldo.
  • Veja nesta imagem o comparativo entre a caixa de diálogo do Google Chrome, a direita, e a opção de adição diretamente no menu dos Favoritos do Firefox, a esquerda, marcada em vermelho.

    De Diversos
  • Save Image in Folder, que cria uma opção dentro do menu de contexto, com uma relação de diretórios, salvando diretamente dentro deste.
  • Veja nesta imagem, o comparativo do menu Salvar Imagem no Google Chrome, embaixo, e no Firefox com a extensão Save Image in Folder, em cima.

    De Diversos

    Veja abaixo a relação das extensões existentes no post de 13/09/2009 e a situação atual no Chrome:

  • Add Bookmark Here -> sem substituto
  • Custom Download Manager -> sem necessidade, o gerenciador de downloads do Chrome da conta do trabalho. Ele é o que o gerenciador do Firefox deveria ser e nunca foi.
  • FEBE -> sem substituto
  • FireFTP -> sem uso, nem procurei substituta
  • Fission -> sem substituto
  • FlagFox -> Chrome Fox Flags. Só tem versão para Windows
  • FlashKiller -> FlashBlock – instalada mas não ativada
  • Forecastbar Enhanced -> AniWeather
  • FoxTab -> TooManyTabs for Chrome
  • NoRedirect -> sem substituto
  • Panic Button -> sem substituto
  • Save Image in Folder -> sem substituto – é uma pena, uma extensão muito útil
  • Speed Dial -> versão do Chrome não funciona a contento – desinstalada. Utilizo uma página de lançamento no meu Portal Pessoal
  • Stop-or-Reload Button-> sem necessidade, o Chrome não tem o problema do Firefox
  • TorButton -> sem substituto
  • Undo Closed Tabs Button -> MK UndoCloseTab
  • Extensão que não tinha no Firefox e incluí no Chrome:

  • Google Translate -> Com um simples click em um botão, o Chrome traduz a página que está sendo visitada.
  • Editado em 03/01/2009.
    Estava mexendo em algumas configurações do Gnome, ambiente desktop que utilizo e acabei fazendo cáca. Precisei então apagar alguns diretórios e junto foi o das configurações do Chrome. Cáca dupla. Caprichei!

    Com isso perdi o bookmark do Chrome. Reimportei do Firefox, mas acabei perdendo alguns links que havia adicionado. Com isso senti muita falta da extensão FEBE do Firefox, que criava um backup de tudo que havia nele.

    Para resolver o problema, pelo menos do bookmark, instalei a extensão Xmarks Bookmarks Sync, que permite o sincronismo do bookmark entre diversos navegadores e computadores, por armazenar seu bookmark na web.

    Também senti falta de uma facilidade que havia no Firefox. Navegando na páginas, quando uma tem RSS, o Firefox exibe o ícone do RSS na barra de endereço, bastando um clique nesse ícone para adicionar o RSS da página no Google Reader. O Chrome não tem essa função, mas achei a extensão Google reader RSS Subscriber, que faz exatamente esse trabalho, inclusive adicionando o ícone na barra de endereço.

    Então, a lista atual de extensões no Chrome é a seguinte:

  • AniWeather
  • Google reader RSS Subscriber
  • Google Translate
  • MK UndoCloseTab
  • TooManyTabs for Chrome
  • Xmarks Bookmarks Sync
  • 07/11/2009

    Ubuntu melhor que o Windows 7

    Filed under: Linux, Software, Ubuntu, Windows — Tags:, , — Zoltral @ 11:25

    A revista PC World publicou um artigo onde relaciona 5 motivos pelos quais o Ubuntu Linux é melhor que o Windows 7.

    Leia o artigo e tire suas conclusões.

    Cinco razões que fazem o Ubuntu 9.10 melhor que o Windows 7.

    Eu uso Ubuntu Linux e recomendo.

    27/10/2009

    Melhores aplicativos para o meu PC – Versão 2009

    Filed under: Diversos, Software — Tags:, , , , — Zoltral @ 23:06

    Em setembro de 2008, publiquei este post, sobre os melhores aplicativos que eu usa em meu PC.
    Agora, um ano depois, resolvi atualizar a lista, já que ocorreram algumas mudanças. desta vez também acrescentei alguns comentários sobre as escolhas e/ou mudanças.

    1. Organizador de fotos digitais: Gthumb – não mudou
    2. Mensageiro instantâneo: Emesene – era Pidgin
    A escolha anterior era o Pidgin pela diversidade de protocolos que ele aceita, mas não adianta, no Brasil a grande maioria das pessoas está no MSN e o melhor clone no Linux é o Emesene.
    3. Ferramenta GTD: papel e caneta – não mudou
    Em cima da minha mesa tem várias canetas, a quantidade é variável, hoje tem cinco, e uma agenda antiga que reaproveito para anotar e desenvolver todas as idéias que aparecem. Quando acabar essa agenda, já tenho outras três para usar.
    4. Ripador de DVD: dvd::rip – era não uso
    Culpa de um único DVD que precisei ripar. Precisei escolher um programa.
    5. Gerenciador de contatos: agenda do meu celular Motorola W510 – não mudou
    Acrescentei um arquivo texto salvo no computador, como backup da lista de contatos. Culpa de uma amiga que perdeu o celular e ficou sem toda a lista de contatos. Vendo o exemplo, passei a fazer backup.
    Você tem um backup da sua lista de contatos do celular?
    6. Editor de textos: Gedit – não mudou
    7. Sistema de compartilhamento on-line: Limewire no Linux e Frostware no Windows – era apenas Limewire
    8. Leitor RSS: Google Reader – não mudou
    9. Lançador de aplicações: Painel do Gnome – era Cairo Dock
    O Cairo Dock vivia tendo problemas. Era muito trabalho por conta de apenas alguns efeitos visuais. O painel do Gnome cumpre seu papel sem frescura e sem problema.
    10. Página inicial: Tela do Speed Dial, plugin do Firefox – era Google Reader
    O Speed Dial permite maior diversidade de escolhas quanto ao primeiro acesso após me conectar na internet e abrir o navegador.
    11. Antivirus: Norton Internet Security (tenho dual boot) – por enquanto
    Fica instalado apenas enquanto estiver na validade da licença dele. Em janeiro a licença vence e não vou renovar. Pretendo trocar para o Comodo Internet Security, que já utilizo no outro computador, que tem Windows por causa dos jogos das crianças.
    12. Site de compartilhamento de fotos: Picasa – não mudou
    13. Gerenciamento de finanças pessoais: Calc – não mudou
    14. Media player: mplayer – era VLC
    Depois que troquei o Fedora pelo Ubuntu, o VLC só me deu dor de cabeça. Já o mplayer foi o contrário, dava dor de cabeça no Fedora e está dando conta do trabalho no Ubuntu.
    15. Manutenção do Windows: Norton Internet Security, Comodo Internet Security e SpyBot – era não tenho
    Culpa do Windows no computador das crianças, para os jogos, e o dual boot neste por conta do Internet Banking da Caixa.
    16. Ferramenta de backup: File-Roller- não mudou
    Ou seja, aqui o backup é manual. Mas estou analisando seriamente a necessidade de um programa específico para isso, pois o tamanho das pastas está tornando inviavel de se continuar fazendo manualmente.
    17. Ferramenta de sincronização de arquivos: não uso – não mudou
    18. Gerenciamento de arquivos: Nautilus – não mudou
    19. Ferramenta de anotações: Notas – era Tomboy
    Depois de uma discussão que surgiu sobre o Mono no Gnome, decidi remover este do meu Ubuntu, com isso o Tomboy foi embora junto.
    20. Gerenciamento de lista de pendências: Notas – era Tomboy
    21. Ferramenta de busca no desktop: find – não mudou
    22. Melhor cliente FTP: Firefox com plugin FireFTP – não mudou
    Mas me é absolutamente inútil, porque neste um ano, não precisei dele em nenhum momento.
    23. Melhor gerenciador de senhas: UPM Universal Password Manager – não mudou
    24. Melhor gerenciador de downloads: Firefox com plugin Custom Download Manager – não mudou
    25. Melhor agenda: agenda do meu celular Motorola W510 – não mudou
    26. Melhor cliente BitTorrent: Transmission – não mudou

    02/10/2009

    Portal pessoal

    Filed under: Linux, Software, Tutorial, Ubuntu — Tags:, , , , , — Zoltral @ 22:16

    A internet trouxe ao alcance de alguns cliques, todo o conhecimento necessário para a realização de quase qualquer coisa que imaginemos.

    Basta acessarmos o mecanismo de busca preferido de cada um (o meu é o Google) e pesquisar. Mas nem sempre o que procuramos esta nos primeiros links que aparecem. Isso nos demanda tempo, visitando diversos links até encontrarmos oque queremos.

    Pior ainda, quando temos que procurar algo que encontramos antes, precisamos mais uma vez e não encontramos facilmente. Ficamos com aquela sensação de porque “não salvei o link” ou “porque não salvei a página com as informações”.

    Pensando nesse caso, sempre tive a mania de clicar no menu Arquivo/Salvar do navegador e salvar a página inteira em uma pasta chamada Manuais.

    Infelizmente, um outro problema surgiu. Como encontrar o que se está procurando, dentro de uma pasta que tem 128 arquivos .html mais 64 pastas com conteúdo interno?

    Mas por que toda essa lamentação? Porque a alguns dias eu precisei da mesma informação que eu já precisei a tempos atrás. Encontrei naquela vez, sabia que existia, mas precisei gastar tempo pesquisando novamente.

    Ficou óbvio que eu precisava organizar a bagunça urgentemente.

    Com essa experiência em mente, resolvi colocar ordem na bagunça da minha pasta de Manuais, não organizando ela, até porque acho que seria perda de tempo. Mas sim, juntando as informações em um único local.

    A decisão foi de montar um servidor web de forma local, no meu computador, organizando as informações.

    No primeiro momento pensei em um Wiki. Pois já tive uma experiência anterior com Wiki, em um outro projeto pessoal. Mas infelizmente não foi fácil instalar, configurar, manter e atualizar. Quanto troquei o Fedora pelo Ubuntu, não consegui instalar o Wiki novamente e acabei perdendo o trabalho feito. Como era apenas um hobby, não foi traumatizante.

    Mas agora, como decidi juntar minha base de manuais, tutorias, artigos e dicas, não queria correr o risco de perder o trabalho feito.

    Assim, a minha decisão foi por um servidor web local, apresentando um portal pessoal com páginas estáticas, com todas as informações facilmente acessíveis.

    Por que páginas estáticas? Porque se ocorrer algum problema, basta descompactar o backup e tudo estará funcionando normalmente.

    Com isso decidido, parti para instalar e configurar tudo.

    Primeiro passo: o servidor web. Toda distribuição Linux normalmente tem o Apache prontinho para ser instalado, no entanto eu acho que ele é muito para o pretendido. Assim minha escolha recaiu sobre um pequeno servidor web que já utilizei anteriormente, para testar minha antiga home page, que eu mencionei neste post.

    É o Abyss Web Server, da empresa Aprelium. Existem duas versões, a Professional Editon X2 paga e a Personal Edition X1 free. O executável da versão free tem apenas 1,3 MB e quando em execução consome menos de 8 MB de RAM. Neste momento está consumindo 7912 KB.

    Segundo passo: o editor html. Esse nem pensei em pesquisar. Eu gosto do Bluefish.

    Terceiro passo: escolher um template free e bonito para colocar no portal. O site justFREEtemplates é um bom local para encontrar templates free. Escolhi o sliced.

    Criei também uma página padrão onde basta colocar no corpo, o título e o texto de meu interesse e então linkar direto numa página com índice alfabético.

    Para terminar, criei um pequeno script que coloquei no meu desktop, apenas para iniciar o servidor web.

    Código do script:

    #!/bin/bash
    cd /home/arquivos/paulo/abyssws/
    ./abyssws

    Depois ainda resolvi dar uma incrementada no visual, adicionando algumas funcionalidades.

    1 – A data estelar atual
    2 – Um calendário
    3 – Um relógio
    4 – A previsão do tempo de Curitiba

    Depois de tudo pronto, o meu portal pessoal ficou assim.

    Página inicial:

    De Diversos

    Índice dos manuais:

    De Diversos

    Uma página do manual.

    De Diversos

    Agora é só ir adicionando as coisas importantes. O legal é que comecei a colocar no portal as coisas que estavam na pasta Manuais e descobri que muitas coisa já estão ultrapassadas, se tornando inúteis. Só estão ocupando espaço no HD.

    Quando terminar de migrar tudo que for importante, vou simplesmente deletar a pasta.

    Edição em 24/12/2009.

    Alterei o tema do meu Portal Pessoal.
    As novas telas são estas aqui.

    Página inicial do meu Portal Pessoal:

    De Diversos

    Página do menu de Manuais do meu Portal Pessoal:

    De Diversos

    Página de um manual do meu Portal Pessoal:

    De Diversos
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