Depois de eu e o Ulisses fazermos o trajeto da Estrada da Ribeira, em 15 de Novembro de 2010, nós viemos a conhecer o trajeto chamado Rastro da Serpente, que é esse mesmo trajeto mas terminando em Apiaí/SP.
Então o Ulisses teve a idéia de fazermos o Rastro da Serpente no domingo de carnaval.
Os preparativos já começaram meio conturbados, porque o Ulisses, depois de iniciar a organização, quebrou o pulso e não pode participar mais.
Eu assumi a organização e convidei os colegas do Moto Clube RotaX, que faço parte.
Neste domingo, por conta do tempo nublado, ameaçando chuva, acabamos indo apenas em dois. Eu e o Rubens.
Os 120 quilômetros da BR-476 foram bem, mesmo com alguns momentos de chuviscos e até mesmo alguma chuva, deu para curtirmos bem as curvas. Lixamos bem as laterais dos pneus.
Infelizmente, para terminarmos o Rastro da Serpente, precisávamos fazer um trajeto de 33 quilômetros pela SP-250.
Mas essa estrada está muito ruim,
Como resultado, depois de apenas 5 quilômetros rodados nelas, peguei algumas ondulações e em seguida um buraco, bem grandinho.
A roda dianteira entrou e não saiu do buraco. A traseira da moto ergueu e chicoteou para o lado.
Como resultado, eu e a moto fomos para o chão.
Na moto, quebrou todo o painel e farol e entortou uma bengala.
E eu quebrei a clavícula direita.
Mas a aventura não terminou aí.
Deixei a moto em uma casa ali perto e voltei na garupa da twister do Rubens até a cidade de Ribeira, onde fui até o posto de saúde. O médico de plantão contatou a quebra da clavícula e me mandou procurar um ortopedista, que seria em Apiaí, 33 quilômetros de distância pela esburacada SP-250 ou então em Curitiba.
Decidi por Curitiba. Voltar na garupa e deixar minha moto largada estava fora de cogitação então acionei o seguro para ir buscar a moto e voltar de carona no guincho.
Caí antes do meio-dia e acionei a seguradora antes da uma da tarde. O guincho se deslocou para lá a partir de Colombo, região metropolitana, assim, ele chegou passava das quatro da tarde.
Cheguei em Curitiba depois das 8 da noite e saí do hospital depois da meia-noite, já que pelo tempo que passou desde a queda, meu caso não era de emergência.
Agora estou de molho para o motociclismo por 4 e 6 semanas, tempo necessário para consolidar a fratura da clavícula.
Rapaz, você tem que se cuidar com estas suas aventuras.
E também tem que ir mais ao Martelo pra poder contá-las aos amigos, rss.
a propósito, importa-se que eu pague um seguro em seu nome e eu como beneficiário?
Abraço
Comentário por Adair — 24/03/2011 @ 21:12
Martelo para mim só se não for nas quintas, pois é o dia do psicólogo do meu filho.
Já tenho seguro, e você não é o beneficiário. Chegou atrasado.
Comentário por zoltral — 24/03/2011 @ 23:16