Blog do Zoltral

Outubro 28, 2009

Gordo ou magro?

Arquivado em: Diversos, Saúde — Tags:, , , , , , , — zoltral @ 12:09 am

No estressante corre-corre que é a vida moderna, a preocupação com a saúde tem aumentado, seja por parte das próprias pessoas, seja por parte das empresas, pois empregados com problemas de saúde resultam em problemas financeiros para estas.

Já a algum tempo, eu também passei a me preocupar com minha saúde. Além do sedentarismo, eu estava ficando gordo. Com 1,70m de altura, estava pesando 73,5 kg. Como comparativo, atá uns 15 anos atrás, eu pesava 56 kg. Após ter parado de fumar, passei a engordar, chegando a esse peso.

Não me preocupava muito com isso antes, porque caminhava bastante para ir e voltar do trabalho. Eram cerca de 1 km do meu apartamento até a estação-tubo para pegar o ônibus, mais uns 800 metros do terminal até o trabalho e depois a mesma distância na volta. Assim eu acabava caminhando quase 4 km por dia.

No entanto, a alguns anos, passei a ir de carro para o trabalho e o corpo acusou a diferença de tratamento. Engordei mais um pouco e passei a me cansar mais facilmente.

Preocupado em saber de estava gordo ou não, encontrei uma ferramente de cálculo do IMC (Índice de Masssa Corporal), no site da ABESO – Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e da Síndrome Metabólica. É o 14º ítem do menu da esquerda.

O Índice de Massa Corporal (IMC) é reconhecido como padrão internacional para avaliar o grau de obesidade. O IMC é calculado dividindo o peso (em kg) pela altura ao quadrado (em m).

IMC = peso / altura * altura

A classificação do IMC é a seguinte:

  • Abaixo do peso – Abaixo de 18,5
  • Peso normal – 18,5 – 24,9
  • Sobrepeso – 25,0 – 29,9
  • Obesidade Grau I – 30,0 – 34,9
  • Obesidade Grau II – 35,0 – 39,9
  • Obesidade Grau III – 40,0 e acima

Descobri que pesando 73,5 kg eu estava com um IMC de 25,4, ou seja, estava com sobrepeso.

Para tentar reverter isso, depois que me mudei para a residência atual, tenho caminhado, de segunda a sábado, no Parque Atuba, que fica próximo daqui. Também mudei minha alimentação, principalmente o almoço. Tenho seguido principalmente a dica dos nutricionistas de que uma refeição boa é uma refeição colorida.

E está dando resultado. Atualmente estou pesando 71 kg. Parece pouco, só 2,5 kg desde que comecei, no entanto, isso baixou meu IMC para 24,6, dentro da faixa de peso normal. Pretendo melhorar mais, chegando aos 68 kg, que me deixará com um IMC de 23,5. Mas quero chegar lá com calma.

Por algum motivo que não sei qual é, o cálculo não funcionou nem no navegador Firefox nem no Opera, os dois que eu uso no Linux. Assim precisei usar uma fórmula para calcular no Calc do BrOffice, mas que funciona no Excel também. Veja abaixo como fazer.

Na célula A1 coloque o seu peso.
Na célula A2 coloque sua altura em metros (ex: 1,7)
Na célula A3 coloque esta fórmula: =A1/(A2*A2)

E então, você está gordo ou magro?

Outubro 27, 2009

Melhores aplicativos para o meu PC – Versão 2009

Arquivado em: Diversos, Software — Tags:, , , , — zoltral @ 11:06 pm

Em setembro de 2008, publiquei este post, sobre os melhores aplicativos que eu usa em meu PC.
Agora, um ano depois, resolvi atualizar a lista, já que ocorreram algumas mudanças. desta vez também acrescentei alguns comentários sobre as escolhas e/ou mudanças.

1. Organizador de fotos digitais: Gthumb – não mudou
2. Mensageiro instantâneo: Emesene – era Pidgin
A escolha anterior era o Pidgin pela diversidade de protocolos que ele aceita, mas não adianta, no Brasil a grande maioria das pessoas está no MSN e o melhor clone no Linux é o Emesene.
3. Ferramenta GTD: papel e caneta – não mudou
Em cima da minha mesa tem várias canetas, a quantidade é variável, hoje tem cinco, e uma agenda antiga que reaproveito para anotar e desenvolver todas as idéias que aparecem. Quando acabar essa agenda, já tenho outras três para usar.
4. Ripador de DVD: dvd::rip – era não uso
Culpa de um único DVD que precisei ripar. Precisei escolher um programa.
5. Gerenciador de contatos: agenda do meu celular Motorola W510 – não mudou
Acrescentei um arquivo texto salvo no computador, como backup da lista de contatos. Culpa de uma amiga que perdeu o celular e ficou sem toda a lista de contatos. Vendo o exemplo, passei a fazer backup.
Você tem um backup da sua lista de contatos do celular?
6. Editor de textos: Gedit – não mudou
7. Sistema de compartilhamento on-line: Limewire no Linux e Frostware no Windows – era apenas Limewire
8. Leitor RSS: Google Reader – não mudou
9. Lançador de aplicações: Painel do Gnome – era Cairo Dock
O Cairo Dock vivia tendo problemas. Era muito trabalho por conta de apenas alguns efeitos visuais. O painel do Gnome cumpre seu papel sem frescura e sem problema.
10. Página inicial: Tela do Speed Dial, plugin do Firefox – era Google Reader
O Speed Dial permite maior diversidade de escolhas quanto ao primeiro acesso após me conectar na internet e abrir o navegador.
11. Antivirus: Norton Internet Security (tenho dual boot) – por enquanto
Fica instalado apenas enquanto estiver na validade da licença dele. Em janeiro a licença vence e não vou renovar. Pretendo trocar para o Comodo Internet Security, que já utilizo no outro computador, que tem Windows por causa dos jogos das crianças.
12. Site de compartilhamento de fotos: Picasa – não mudou
13. Gerenciamento de finanças pessoais: Calc – não mudou
14. Media player: mplayer – era VLC
Depois que troquei o Fedora pelo Ubuntu, o VLC só me deu dor de cabeça. Já o mplayer foi o contrário, dava dor de cabeça no Fedora e está dando conta do trabalho no Ubuntu.
15. Manutenção do Windows: Norton Internet Security, Comodo Internet Security e SpyBot – era não tenho
Culpa do Windows no computador das crianças, para os jogos, e o dual boot neste por conta do Internet Banking da Caixa.
16. Ferramenta de backup: File-Roller- não mudou
Ou seja, aqui o backup é manual. Mas estou analisando seriamente a necessidade de um programa específico para isso, pois o tamanho das pastas está tornando inviavel de se continuar fazendo manualmente.
17. Ferramenta de sincronização de arquivos: não uso – não mudou
18. Gerenciamento de arquivos: Nautilus – não mudou
19. Ferramenta de anotações: Notas – era Tomboy
Depois de uma discussão que surgiu sobre o Mono no Gnome, decidi remover este do meu Ubuntu, com isso o Tomboy foi embora junto.
20. Gerenciamento de lista de pendências: Notas – era Tomboy
21. Ferramenta de busca no desktop: find – não mudou
22. Melhor cliente FTP: Firefox com plugin FireFTP – não mudou
Mas me é absolutamente inútil, porque neste um ano, não precisei dele em nenhum momento.
23. Melhor gerenciador de senhas: UPM Universal Password Manager – não mudou
24. Melhor gerenciador de downloads: Firefox com plugin Custom Download Manager – não mudou
25. Melhor agenda: agenda do meu celular Motorola W510 – não mudou
26. Melhor cliente BitTorrent: Transmission – não mudou

Outubro 15, 2009

Mudando o visual do computador

Apesar de sempre prezar pelo desempenho dos meus computadores, um dos principais motivos de utilizar Linux neles, também gosto de caprichar no visual do desktop, pois acho que assim fica mais agradável de trabalhar.

Junto a isso, também tenho a mania de mudar regularmente temas, ícones, sons, fontes, cores e papéis de parede utilizados no computador, tornando o computador algo mais vivo, tirando um pouco aquela coisa de máquina impessoal. Já vi pessoas usando sempre a mesma cor, o mesmo tema e o mesmo papel de parede no seu computador.

A minha ex-esposa é um bom exemplo. Já fui obrigado a buscar na internet o mesmo papel de parede que tinha antes de ser preciso reformatar o computador dela. Não custava nada ela colocar outro papel de parede que fosse do seu agrado, mas não, me obrigou a procurar o mesmo, porque ela não gosta das coisas diferentes.

Eu não penso assim, gosto de mudar, quero que o computador tenha um visual bonito e que não seja repetitivo, cansativo. Por isso eu tenho uma boa coleção de links que me permitem mudar constantemente o visual do computador.

E hoje eu vou compartilhar exatamente esses links que eu utilizo.

Papéis de parede:
Blirk
Caedes
DesktopNexus
DeviantART
Gnome Art
Gnome-Look
InterfaceLIFT
Jeuneo
WallpaperStock
Zone Wallpaper

Ícones:
CrystalXP
Gnome-Look
IconsPedia
InterfaceLIFT

Temas:
Gnome Art
Gnome-Look
Obs: Estes temas são apenas para o ambiente desktop Gnome, que é o padrão no Ubuntu Linux que eu utilizo.
Para ambiente KDE procure aqui: Kde-Look
Para ambiente XFCE procure aqui: XFCE-Look
Para Windows procure aqui: InterfaceLIFT ou então no CrystalXP

Fontes:
1001 Free Fonts
Dafont
FontCubes
Sofontes

Meu desktop hoje é este:

De Diversos

Papel de parede: Blue biohazard.jpg
Tema: CopperDeck
Ícones: OSDark
Fonte: Sony Sketch EF

Outubro 10, 2009

Esquadrilha da Fumaça em Curitiba em 10/10/2009

Hoje a Esquadrilha da Fumaça realizou uma apresentação em Curitiba.

Não pude ir ao aeroporto do Bacacheri por conta da correria para o aniversário de uma amiga, que será aqui em casa, mas tive tempo de assistir parte da apresentação da sacada do sobrado.

Tirei algumas fotos que ficaram razoáveis. Ficarem apenas razoáveis devido a necessidade de utilizar o zoom em todas elas.

Seguem as fotos.

De Diversos
De Diversos
De Diversos
De Diversos
De Diversos
De Diversos
De Diversos
De Diversos
De Diversos

Outubro 8, 2009

Prompt do terminal personalizado

Arquivado em: Linux, Tutorial — Tags:, , , , , , , — zoltral @ 1:26 am

Para quem usa Linux, uma hora ou outra acaba tendo que usar linha de comando em um terminal.

Infelizmente, por ser em modo texto, o uso do terminal pode provocar estragos no sistema, se você não souber oque está fazendo ou principalmente, onde está fazendo.

Já a alguns anos*, personalizei o prompt do meu terminal, para que o mesmo mostre o horário e o diretório presente.

O terminal fica assim:

De Diversos

O código para conseguir este efeito é o seguinte:
# Cores
Vermelho="\[\33[31m\]"
Verde="\[\33[32m\]"
Amarelo="\[\33[33m\]"
Ciano="\[\33[36m\]"
Branco="\[\33[37m\]"
Normal="\[\33[0m\]"
ColorBold="\[\33[1;39m\]"
# Prompt
export PS1="$ColorBold$Verde[\t]$Amarelo[\w]\n$Ciano\u@\h $Vermelho\$ $Normal"
export PS2="\h> "

Este código deve ser inserido no arquivo .bashrc no diretório do usuário.

* A primeira vez que disponibilizei este código foi em 2006, no Viva o Linux.

Outubro 6, 2009

O significado do meu nick

Arquivado em: História — Tags:, , , , , , — zoltral @ 11:15 pm

Qualquer um que navegue na internet, sabe da necessidade de ter um nick, ou apelido, em português. E todos tem um!

O meu nick é Zoltral. Mas nem sempre foi esse.

No início da minha jornada pela internet, em 1997, eu adotei o nick de Praetor, título usado por governantes no antigo Império Romano. Esse nick foi muito utilizado nos meus acessos a rede Brasnet de IRC, onde eu acessava quase que diariamente os canais #Curitiba, #Japao e #Cyberchat.

Nesse período, tomei conhecimento e passei a manter contato com outros fãs de Perry Rhodan e ainda com esse nick, publiquei minhas primeiras home pages sobre o assunto, não muito organizadas.

Mas então, com o lento abandono do IRC e maior concentração nas ações voltadas para a série Perry Rhodan, mudei o nick para Inkar. Inkar é o nome do capitão do cruzador imperial Paito, uma das naves da esquadrilha do Almirante Atlan, conforme descrito nos volumes 60 e 70 da série Perry Rhodan.

Não lembro ao certo quando troquei de nick novamente, mas foi em algum momento entre 2005/2006. Passei a usar o que uso atualmente, Zoltral. Zoltral também é da série Perry Rhodan. Não é o nome de pessoa, é de uma família, relativamente importante dentro do Império Arcônica.

Na série, o primeiro contato do terrano Perry Rhodan com seres alienígenas foi com Crest e Thora, dois membros da família Zoltral, da qual também era o imperador arcônida da época.

Assim, fica aqui registrado um pequeno histórico dos nick’s que eu já usei: um com origem na história romana e dois com origem na série Perry Rhodan de ficção científica.

Outubro 2, 2009

Portal pessoal

Arquivado em: Linux, Software, Tutorial, Ubuntu — Tags:, , , , , — zoltral @ 10:16 pm

A internet trouxe ao alcance de alguns cliques, todo o conhecimento necessário para a realização de quase qualquer coisa que imaginemos.

Basta acessarmos o mecanismo de busca preferido de cada um (o meu é o Google) e pesquisar. Mas nem sempre o que procuramos esta nos primeiros links que aparecem. Isso nos demanda tempo, visitando diversos links até encontrarmos oque queremos.

Pior ainda, quando temos que procurar algo que encontramos antes, precisamos mais uma vez e não encontramos facilmente. Ficamos com aquela sensação de porque “não salvei o link” ou “porque não salvei a página com as informações”.

Pensando nesse caso, sempre tive a mania de clicar no menu Arquivo/Salvar do navegador e salvar a página inteira em uma pasta chamada Manuais.

Infelizmente, um outro problema surgiu. Como encontrar o que se está procurando, dentro de uma pasta que tem 128 arquivos .html mais 64 pastas com conteúdo interno?

Mas por que toda essa lamentação? Porque a alguns dias eu precisei da mesma informação que eu já precisei a tempos atrás. Encontrei naquela vez, sabia que existia, mas precisei gastar tempo pesquisando novamente.

Ficou óbvio que eu precisava organizar a bagunça urgentemente.

Com essa experiência em mente, resolvi colocar ordem na bagunça da minha pasta de Manuais, não organizando ela, até porque acho que seria perda de tempo. Mas sim, juntando as informações em um único local.

A decisão foi de montar um servidor web de forma local, no meu computador, organizando as informações.

No primeiro momento pensei em um Wiki. Pois já tive uma experiência anterior com Wiki, em um outro projeto pessoal. Mas infelizmente não foi fácil instalar, configurar, manter e atualizar. Quanto troquei o Fedora pelo Ubuntu, não consegui instalar o Wiki novamente e acabei perdendo o trabalho feito. Como era apenas um hobby, não foi traumatizante.

Mas agora, como decidi juntar minha base de manuais, tutorias, artigos e dicas, não queria correr o risco de perder o trabalho feito.

Assim, a minha decisão foi por um servidor web local, apresentando um portal pessoal com páginas estáticas, com todas as informações facilmente acessíveis.

Por que páginas estáticas? Porque se ocorrer algum problema, basta descompactar o backup e tudo estará funcionando normalmente.

Com isso decidido, parti para instalar e configurar tudo.

Primeiro passo: o servidor web. Toda distribuição Linux normalmente tem o Apache prontinho para ser instalado, no entanto eu acho que ele é muito para o pretendido. Assim minha escolha recaiu sobre um pequeno servidor web que já utilizei anteriormente, para testar minha antiga home page, que eu mencionei neste post.

É o Abyss Web Server, da empresa Aprelium. Existem duas versões, a Professional Editon X2 paga e a Personal Edition X1 free. O executável da versão free tem apenas 1,3 MB e quando em execução consome menos de 8 MB de RAM. Neste momento está consumindo 7912 KB.

Segundo passo: o editor html. Esse nem pensei em pesquisar. Eu gosto do Bluefish.

Terceiro passo: escolher um template free e bonito para colocar no portal. O site justFREEtemplates é um bom local para encontrar templates free. Escolhi o sliced.

Criei também uma página padrão onde basta colocar no corpo, o título e o texto de meu interesse e então linkar direto numa página com índice alfabético.

Para terminar, criei um pequeno script que coloquei no meu desktop, apenas para iniciar o servidor web.

Código do script:

#!/bin/bash
cd /home/arquivos/paulo/abyssws/
./abyssws

Depois ainda resolvi dar uma incrementada no visual, adicionando algumas funcionalidades.

1 – A data estelar atual
2 – Um calendário
3 – Um relógio
4 – A previsão do tempo de Curitiba

Depois de tudo pronto, o meu portal pessoal ficou assim.

Página inicial:

De Diversos

Índice dos manuais:

De Diversos

Uma página do manual.

De Diversos

Agora é só ir adicionando as coisas importantes. O legal é que comecei a colocar no portal as coisas que estavam na pasta Manuais e descobri que muitas coisa já estão ultrapassadas, se tornando inúteis. Só estão ocupando espaço no HD.

Quando terminar de migrar tudo que for importante, vou simplesmente deletar a pasta.

Outubro 1, 2009

Romances Planetários da série Perry Rhodan

Arquivado em: Livros — Tags:, , , , — zoltral @ 12:32 am

Como já mencionei, Perry Rhodan é uma série de ficção científica alemã, publicada desde 1961. Neste 48 anos de histórias, com mais de 2500 volumes publicados, é natural que ocorram situações que são mencionadas nas histórias mas que não tem um desfecho dentro da série. São os chamados ganchos, muito conhecidos em filmes e séries de televisão.

No decorrer da publicação da série, surgiram muitos ganchos.

Para aproveitar e fechar essas ganchos, a VPM, editora da série, criou uma série paralela, chamada Romances Planetários. Nessa série, originalmente cada livro é uma história completa fechando um gancho deixado na série. No desenrolar da mesma, surgiram histórias inéditas e até mesmo pequenos ciclos. Normalmente esta série era escrita pelos mesmos autores da série original, no entanto foram publicas até mesmo histórias escritas por fãs que ganham concursos criados pela VPM.

Entre 1964 e 1998, foram 415 volumes.

De todos os ganchos existentes da série, sempre existiu um que me deixava curioso, que foi referente aos encontros ocorridos duas vezes, mencionados nos volumes 121 e 163, de naves do Império Solar com naves prateadas de formato fusiforme. Em um dos encontros se descobriu que seus tripulantes são robôs. Depois dessas duas passagens na série, nunca mais li qualquer coisa sobre essas naves e seus tripulantes robôs

A algum tempo, para saciar minha curiosidade, perguntei na antiga e morta lista de discussão sobre Perry Rhodan no YahooGroups e acabei descobrindo que esse gancho foi resolvido no Romance Planetário número 11, chamado “Im Zentrum der Galaxis“.

Como os Romances Planetários nunca foram publicados em português, a curiosidade continuou, já que apesar de ser neto de alemães, não falo nem leio alemão.

A alguns dias, lendo as postagens do grupo sobre Perry Rhodan no Orkut, encontrei o volume 11 traduzido para o inglês, em uma edição de 1977 da Editora Ace Books, que nunca soube que existia. O problema continuou porque meu inglês até resolve para ler textos curtos, mas para um livro inteiro, acabei sentindo muita limitação no entendimento da história. Pelo que deu para perceber nas postagens do Orkut, ninguém estava traduzindo esse livro, então decidi resolver isso por minha própria conta.

A cerca de uma semana, de posse do texto em inglês, usei o tradutor do Google para traduzir para o português, que ficou obviamente truncado, mas entendível. Neste momento, estou realizando a revisão da tradução, que está na página 14 de um total de 69 e devo terminar em algumas semanas, se nada me atrapalhar.

Assim, ao mesmo tempo em que deixo o texto melhor, estou lendo a conclusão da saga que por tantos anos esperei para conhecer.

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