Blog do Zoltral

Setembro 25, 2009

Desenhos em escala de navios

Arquivado em: Diversos — Tags:, , , , — zoltral @ 2:34 pm

Além de fã de ficção científica, também sou fã de navios e aviões, por serem o mais próximo no mundo real, das naves, caças e frotas estelares existentes na ficção científica. Com isso, sigo as postagens de alguns blogues que tem esses assuntos como temática. No caso o Blog do Poder Naval e o Blog do Poder Aéreo.

Na sexta-feira, dia 18, li no Blog do Poder Naval, uma postagem sobre um exercício militar que a OTAN está conduzindo na costa mediterrânea da França.

Lendo a relação de navios participantes da operação, chamada “Loyal Midas“, pensei em comparar os navios participantes. Com essa decisão, parti para a procura de imagens dos navios e que estivessem na mesma escala, coisa que já havia visto no Blog do Poder Naval.

E encontrei duas ótimas fontes.

A primeira e principal é uma página chamada Shipbucket, com algumas centenas de desenhos.

A segunda foi a Mezzi Militari Italiani e Internazionali com mais de uma centena de desenhos.

Como amostra, seguem duas imagens, retiradas de cada um dos sites mencionados acima, que apresentam os dois maiores navios presentes nas manobras militares da OTAN, mencionadas no início do post: O francês Mistral e o italiano Giuseppe Garibaldi.

De Diversos
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PS: Apesar de ser fã de navios, o único grande tipo de barco que já entrei foram os ferry boat da travessia Caiobá-Guaratuba, no Paraná. Pedalinhos e botes não contam.

Setembro 17, 2009

Perry Rhodan

Desde criança fui um leitor incansável. Com 9 para 10 anos de idade, lia semanalmente os livros de faroeste que meu pai comprava. Esporadicamente ele também trazia algum livrinho de ficção científica. Todos, por terem histórias simples e de serem de formato pequeno, tornavam fácil o ato de leitura para uma criança naquela idade.

E aos 11 anos de idade, em 1976, meu pai chegou em casa com um livro diferente. Ao contrário do papel jornal e capa mole dos faroestes, este tinha capa dura e era impresso em papel de qualidade e o nome indicava que teria sequência: P1 Missão Stardust, de uma coleção chamada de Perry Rhodan.

Perry Rhodan é uma série alemã, criada pelos escritores Karl-Herbert Scheer e Walter Ernsting (também conhecido pelo pseudônimo de Clark Darlton), publicada semanal e ininterruptamente desde 08/09/1961. Em comemoração aos 48 anos da série, a edição alemã lançou em 11/09/2009, o volume 2508, com o título “Unternehmen Stardust-System”. Traduzido, este nome fica “Missão Sistema Stardust”, um trocadilho/homenagem ao nome do primeiro volume, “Missão Stardust”.

“Esta série se caracteriza pelo subgênero de ficção científica conhecido como space opera, ou seja, de aventura épica espacial, a série conta a história futura da Humanidade a partir de vários pontos de vista diferentes. Apesar de cada episódio da série poder ser lido separadamente, cada conjunto de cem episódios conta uma grande história – composta por várias subtramas – que é muito apreciada se conhecida em sua totalidade.

Em cada volume é contada numa pequena parte da história da Humanidade, a qual se subdivide em ciclos de cinquenta ou cem volumes. Cada ciclo retrata uma época específica, na qual os terranos têm que lidar com ameaças à sua existência provenientes de suas incursões às regiões inexploradas da Via-Láctea e a outras galáxias.

O foco principal das histórias são as aventuras de Perry Rhodan e seus leais companheiros, que receberam a imortalidade relativa graças ao superser extraterrestre conhecido como Aquilo.”

Texto extraído do artigo publicado pela Editora SSPG nas páginas 129-132 do Volume 1 da nova edição de Perry Rhodan no Brasil, em Junho de 2001.

Mas voltando a minha história. Passei a ler semanalmente os livros que meu pai trazia. Li até o volume 99, final do segundo ciclo. Quando meu pai veio a falecer.

Durante anos fiquei com vontade de conhecer o desenrolar da saga e a reencontrei mais tarde, quando comecei a trabalhar.

Nessa época, cerca de 5 a 6 anos depois, a série estava em sua segunda edição, depois de uma pequena interrupção. Assim descobri que não tinha perdido muito do fio da história. Passei então a comprar novamente a série na banca de revista e ao mesmo tempo completava o período faltante comprando diretamente da editora, os volumes que faltavam. Deste modo, completei minha coleção.

Essa segunda edição foi até o volume 536, quando foi interrompida em definitivo pela editora que a publicava, a Ediouro.

Alguns fãs, se reuniram e criaram um fã-clube, o Perry Rhodan Fã-Clube Brasil (PRFCB), como forma de se mobilizarem na tentativa de ter a série publicada novamente no Brasil.

Mas eu estava sozinho, em uma cidade do interior e acabei não sabendo de nada disso.

Na década de 1990 vim morar em Curitiba e surgiu a internet. Uma forma rápida de pesquisar informações.

Em 1997 entrei na rede e acabei descobrindo vários sites de fãs brasileiros da série, o PRFCB e a lista de discussão no YahooGroups.

Em 1998, como forma de apoiar a luta para trazer de volta a série para o Brasil, criei um site sobre a série, que dei o nome de “Die Basis Home Page”. Durante muito tempo, a Die Basis foi uma das cinco páginas em português com conteúdo apenas sobre Perry Rhodan.

As outras páginas do quinteto eram a Stardust Page, a Good Hope Page, A Nave da Eternidade e a página do PRFCB. Haviam outras páginas com conteúdo sobre Perry Rhodan junto a conteúdo geral sobre ficção científica, como a Estação Espacial OldMan e a Base Espacial Antares.

Como o custo de um gravador de CD era muito caro naquela época e a Die Basis tinha mais de 25 MB de dados, não tinha backup dos arquivos. Somente após os gravadores baratearem é que fiz backup do site.

O backup mais antigo que encontrei é de novembro de 2000, em seguida outubro de 2001 e o último é de novembro de 2002, quando então eu já estava cansado de manter a página de modo contínuo desde 1998.

Captura de tela da Die Basis, via backups restaurados.

Visual da Die Basis Home Page em Nov 2000 – recuperado de um backup

De Diversos

Visual da Die Basis Home Page em Out 2001 – recuperado de um backup

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Visual da Die Basis Home Page em Nov 2002 – recuperado de um backup

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No entanto em junho de 2001, finalmente a série tinha voltado a ser publicada no Brasil, pela editora SSPG, do Rodrigo de Lélis, que era o autor do site Stardust Page. Assinei a nova série, mas descobri que já não era a mesma coisa. O tempo tinha passado e a vida, a família e o trabalho cobravam outras prioridades.

Segui fiel a nova edição até quase o final, quando ela foi descontinuada novamente.

Durante todo esse tempo, a coleção me acompanhou, a qual reli algumas vezes, mas finalmente, com a venda do apartamento e compra do sobrado, decidi me desfazer dela. No início deste anos, separei a coleção em seus ciclos e os coloquei a venda no Mercado Livre. E em questão de dois meses, vendi todos os ciclos.

Não me arrendo em ter vendido, primeiro porque não é porque vendi que vou deixar de gostar da série e em segundo lugar porque sei que alguem está lendo os livrinhos que guardei com carinho por muitos anos. Os mais antigos, estavam comigo a mais de três décadas.

Na hora de dormir, tenho a mania de ficar imaginando coisas, como forma de esvaziar a mente e pegar no sono de modo mais fácil e tranquilo e na grande maioria das vezes, são imagens e situação da série que eu visualizo.

Sei que a série vai me acompanhar pelo resto da minha vida.

Setembro 13, 2009

Extensões para o navegador Firefox (atualização)

Arquivado em: Software — Tags:, , , — zoltral @ 1:01 am

A um ano atrás, em 21/09/2008 eu publiquei este post sobre as extensões que eu estava utilizando no Firefox.

Na época eu estava utilizando o Firefox 3.0.

Atualmente estou utilizando a versão 3.5.2 e ocorreram algumas mudanças nas extensões que estão instaladas. Algumas por nunca terem sido atualizadas pelos seus autores. Este é um grande problema com as extensões do Firefox: a cada grande mudança de versão, as extensões se tornam incompatíveis.

Minha opiniãp é de que os desenvolvedores do Firefox deveriam parar com essa bagunça. Se funcionava antes, porque não funciona agora?

Enquanto isso não muda, vou enfrente com as que funcionam.

Tem algumas que saíram por executarem ações duplicadas em outras extensões e tem ainda as que sairam por questões pessoais minhas.

Mas vamos falar das extensões.

As que saíram.

1 – Bookmark Duplicate Detector – Até agora não foi atualizada pelo autor, sendo incompatível com o Firefox 3.5.x.

2 – Magic’s Video Downloader e Media Pirate – As duas fazem a mesma coisa que o DownloadHelper, sendo desnecessárias.

3 – NoScript – Extensão chata pra caramba. Desisti dela.

4 – Redirect Remover – Não atualizada pelo autor. Incompatível com o Firefox 3.5.x. Foi substituída pela NoRedirect.

5 – Stealther – Desnecessária porque o Firefox 3.5 tem o seu próprio modo de Navegação Privada.

6 – Tab Catalog – Substituída pela FoxTab por questões estéticas.

7 – WOT (Web of Trust) – Extensão chata, que tornava a navegação uma tortura.

As que entraram.

1 – Flash Killer – Remove todo o conteúdo em Flash de um site, mas apenas se você quiser. Instala um botão na barra de status, que permite a ativação/desativação do flash de uma página de forma rápida e apenas quando você quiser.

2 – FoxTab – Exibe uma miniatura das abas abertas. Substituiu a extensão Tab Catalog unicamente por questões estéticas. A FoxTab exibe as abas de forma 3D.

3 – NoRedirect – Faz o mesmo trabalho da Redirect Remover que nunca foi atualizada para o Firefox 3.5.x.

As que continuam.

1 – Add Bookmark Here – Adiciona ao menu de favoritos o item “Adicionar favoritos aqui…” – Torna o processo de adicionar um favorito muito mais rápido que o método padrão.

2 – Custom Download Manager – Permite personalizar o gerenciador de downloads, com opções de emitir alerta de final de download, abrir o gerenciador em uma aba, no sidebar ou em uma nova janela, não permitir que o foco mude para o gerenciador de download cada vez que iniciar um novo download e emitir alerta de estiver baixando um arquivo EXE (muito útil para quem usa Windows).

3 – DownloadHelper – Baixa vídeos e imagens de muitos sites. No meu caso, o uso principal é a baixa de vídeos do YouTube. Quando se está assistindo um vídeo, o botão permite que você salve o vídeo que estiver assistindo, com duas opções, uma baixando diretamente do YouTube e outra reaproveitando o arquivo que está no cache do navegador.

4 – FEBE – Faz backup dos dados do Firefox. Você escolhe oque quer salvar, em que pasta vai salvar e agenda o horário do backup. Muito útil para os casos em que tem que se apagar a pasta de configurações.

5 – FireFTP – Um cliente FTP.

6 – Fission – Exibe uma barra de progresso na barra de endereço, permitindo visualizar o quanto falta para terminar de carregar a página.

7 – Flagfox – Exibe na barra de endereço uma bandeira de acordo com o IP do servidor. Esta está na classificação de extensão enfeite. Bom para ver que muitos sites brasileiros está em servidores americanos.

8 – Forecastbar Enhanced – Previsão do tempo e imagem de radar na barra de status do navegador.

9 – Panic Button – Esconde todas as janelas do navegador quando o chefe ou a patroa estão por perto.

10 – Save Image in Folder – Salva facilmente as imagens em pastas personalizadas.

11 – Speed Dial – Cria uma página inicial onde você adiciona as páginas mais visitadas, permitindo um acesso muito mais rápido. Copiado do Opera.

12 – Stop-or-Reload Button – Resolve uma contradição do Firefox. Uma página só pode estar carregando ou parada. Assim, se estiver carregando, somente o botão Stop vai funcionar e se a página já tiver sido carregada totalmente, somente o botão Reload pode ser usado. Assim não justifica ter um botão Stop e outro Reload. Esta extensão transforma os dois botões em um só.

13 – TorButton – Permiter ativar/desativar a navegação pelo proxy Tor. Está instalada desde quando a Cicareli bloqueou o YouTube. Com essa extensão, o YouTube continuou normal por aqui.

14 – Undo Closed Tabs Button – Quem nunca fechou uma aba por engano? Esta extensão resolve isso.

É isso aí. Daqui a um ano eu posto uma nova atualização da lista. :)

Setembro 11, 2009

Converter fontes .otf para .ttf

Arquivado em: Linux, Software, Ubuntu — Tags:, , , , , , , , , — zoltral @ 10:17 pm

Hoje eu estava procurando algumas fontes novas para um projeto pessoal que estou desenvolvendo.

Encontrei várias, mas me deparei com um problema. Algumas dessas fontes tem extensão .otf. Baixei elas, mas não consegui utilizar.

Pesquisei e descobri que o programa FontForge converte essas fontes para .ttf, mas ainda ficou o problema de converter muitas fontes. Usando a interface gráfica do FontForge é muito demorado.

Mais um pouco de pesquisa e descobri um pequeno script que resolve mais este problema.

Segue o script:

#!/usr/local/bin/fontforge
# Quick and dirty hack: converts a font to truetype (.ttf)
Print("Opening "+$1);
Open($1);
Print("Saving "+$1:r+".ttf");
Generate($1:r+".ttf");
Quit(0);

Salvar o script com o nome de otf2ttf.sh e então executar ele com o comando:

fontforge -script otf2ttf.sh FONTNAME.otf

Caso se tenha que converter muitas fontes, que foi o meu caso, pode-se executar o sript assim:

for i in *.otf; do fontforge -script otf2ttf.sh $i; done

Pronto, meus problemas foram resolvidos.

EDITADO EM 07/10/2009: Este post só menciona o Linux, mas o Fontforge funciona também no Windows, mas precisa que o Cygwin esteja instalado.

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