Blog do Zoltral

Julho 31, 2009

Configurar o Ubuntu para assistir DVD

Arquivado em: Linux, Tutorial, Ubuntu — Tags:, , , — zoltral @ 1:17 am

Continuando na linha de tutoriais do Ubuntu.

Só ontem me deparei com um problema. Até então, não tinha tentado assistir nenhum DVD no Ubuntu e quando fui assistir, não funcionou.

Fui direto no Synaptic para verificar as bibliotecas padrão para DVD, libdvdnav, libdvdread e libdvdcss2 e surpresa, a libdvdcss2 não estava por lá.

Uma passada pelo Fórum Ubuntu-BR, mais especificamente neste tópico e meus problemas foram resolvidos.

A resolução do problema passa por instalar o repositório Medibuntu e instalar os pacotes necessários.

Os passos são estes aqui:

1 – Instalando o repositório Medibuntu:
sudo wget http://www.medibuntu.org/sources.list.d/jaunty.list –output-document=/etc/apt/sources.list.d/medibuntu.list

2 – Instalando a chave do repositório:
sudo apt-get update && sudo apt-get install medibuntu-keyring && sudo apt-get update

3 – Instalando as bibliotecas necessárias:
sudo apt-get install libdvdcss2 w32codecs

Depois disso, o VLC passou a ler DVD sem problema.

Julho 30, 2009

Otimizando os arquivos do profile do Firefox

Arquivado em: Software, Tutorial, Ubuntu — Tags:, , — zoltral @ 1:04 am

Seguindo a idéia inicial de juntar neste blog diversas dicas para os programas que eu uso, segue uma sobre a otimização dos arquivos do profile do Firefox.

Vi esta dica neste artigo aqui.

O Firefox, a partir da versão 3.0, passou a guardar os favoritos, histórico e muitas outras coisas em arquivos .sqlite. Infelizmente, com o acréscimo e exclusões de informações, esses arquivos acabam ficando fragmentados internamente.

A dica a seguir executa uma espécia de defragmentação nesses arquivos .sqlite.

O tutorial é o seguinte:

1 – Instalar o sqlite3.
sudo aptitude install sqlite3

2 – Via terminal, acessar a pasta do Firefox no seu /home
cd ~/.mozilla/firefox/nome_doido.default

3 – Digite a linha abaixo no terminal, depois feche o Firefox e só então aperte o ENTER para executar o comando.
for i in *.sqlite; do sqlite3 $i vacuum; done

No meu perfil, o tamanho do diretório passou de 167700 para 159432 Kb. Isso deve deixar o Firefox um pouco mais rápido na inicialização, pois tem menos coisas para ler.

Observação: O passo 1 é para o Ubuntu. Se usar a dica em outra distribuição, verificar qual é o comando correto para instalar o programa, bem como ver se o nome do pacote está correto.

Julho 26, 2009

Análise de um mês com o Ubuntu

Arquivado em: Linux, Software, Ubuntu — Tags:, , , — zoltral @ 4:01 pm

No dia 30/06, depois de enfrentar problemas com o Fedora, instalei o Ubuntu 9.04 no meu computador, conforme mencionei aqui.

Como nesta semana vai completar um mês com o Ubuntu instalado, resolvi fazer uma análise rápida e não técnica da migração e uso do Ubuntu neste período.

Primeiro, a migração. Como usuário avançado de Linux, já são quase 10 anos nesta estrada, não enfrentei nenhuma dificuldade. A instalação foi rápida e simples, com poucos passos a serem executados.

Em segundo lugar, a usabilidade. Como o desktop padrão é o Gnome do meu coração, foi tranquilo, não tive dificuldades. O visual é até bonitinho, mas eu nunca mantenho o visual padrão de qualquer distro que eu use, seja ela qual for. Instalar novos ícones e papel de parede e trocar a cor do tema resolve quase tudo.

Uma breve pesquisa resolveu o caso dos ícones padrões no desktop, pois estou acostuma a usar eles. Expliquei isto em um post anterior.

Para o visual, usei o tema Shiny-tango mais os controles Polycarbonate-One, que já estavam instalados.

Os ícones eu instalei o pacote Cryo64-Mixed e o papel de parede atual é este aqui.

Para habilitar o desktop 3D bastou executar a opção Drivers de Hardware no menu Sistema/Administração. Reconheceu minha NVidia e instalou o driver corretamente.

Depois dessas arrumações o meu desktop, em 26/07/2009 está assim:

De Diversos

Por último, no quesito gerenciamento de pacotes, na minha opinião o Synaptic ganha tranquilo do Yumex. Ele é muito mais rápido.

Então, numa análisa rápida, estou muito contente com o Ubuntu.

Julho 19, 2009

Os computadores da minha vida

Arquivado em: História — Tags:, — zoltral @ 10:34 pm

Como mencionei em um post anterior, comprei meu primeiro PC em 1995, mas este não foi meu primeiro computador. Anteriormente eu tive um MSX.

Segue então, uma breve história dos computadores que já tive.

Vim morar em Curitiba no final de 1990, passando então a ter contato com os avanços da tecnologia. Principalmente quando andava pelo centro da capital, eu via os maravilhosos computadores pessoais que começavam a aparecer.

Ao mesmo tempo, eu sempre fui um ávido leitor, assim passei a comprar revistas de informática, que aumentaram minha vontade de entrar nesse mundo.

Não lembro bem que ano que foi, acho que foi em 1992, meu sonho era um Gradiente Expert MSX apesar de que eu estava fazendo curso de informática e lá só tinha IBM XT.

Um dia, conversando com um colega, quando falei que pretendia comprar um MSX, ele me disse que tinha um encostado e que estava querendo vender. Depois de alguns minutos de negociação, comprei o computador dele. No final do dia, quando fui pegar na casa dele, uma surpresa. Nós só tinhamos conversado sobre um computador MSX, eu como admirava o Expert, imaginei que era este, mas quando fui pegar, descobri que era um Sharp Hotbit MSX.

De Diversos

Mas tudo bem, era um MSX e agora eu tinha meu próprio computador. Ele tinha a incrível quantidade de 64 KB de memória RAM mais 16 KB de memória de paginação de vídeo. Com o MSX-BASIC carregado ele ficava com 23 KB livres para os programas.

Em seguida, foram meses divertidos, comprando todas as revistas CPU-MSX possíveis, aprendendo a programar no bichinho. Claro que também, rapidamente comprei um drive de disquete para ele, passando assim a poder salvar facilmente os programas que eu fazia, baseado nos artigos das revistas e dos livros que eu comprei.
MSX com disk drive
Manual de instruções de Expert Plus
MSX Guia Técnico de Referência Volume 1
MSX Guia Técnico de Referência Volume 2
Assembler para o MSX
+50 Dicas para MSX

Mas o mundo já estava caminhando para a era do IBM PC. Em 1993 cada unidade da empresa recebeu um computador HP Vectra 286, sem HD, apenas com unidade de disquete. Era uma maravilha de inicializar com o disquete do DOS e depois mudar para os disquetes que tinham o MS Works for DOS.

Mas em 1994 a empresa enviou um IBM PC 386 de 25 MHz para cada unidade. E dois funcionários de cada unidade foram fazer um curso de informática pela empresa. Eu fui um dos dois. Meu curso anterior, em 1992 foi de DOS, Basic, dBase II e Cobol. Neste novo curso, tinhamos Microsoft Windows 3.1, Word 2.0 e Excel 2.0.

Como leitor inveterado, eu estava comprando exemplares mensais da revista PC World. E com tudo isso, o desejo de mudar para um PC ficou maior. Mais ainda, quando em meados de 1995, um colega comprou um 486 DX2 de 66 MHz.

Em agosto de 1995 foi lançado oficialmente o Windows95, muito mais fácil de usar que o 3.1.

Não teve jeito, em novembro de 1995 comprei meu PC 486 DX4-100. Paguei R$ 1.100,00, 11 cédulas de R$ 100,00. A configuração dele era: 8 MB de memória RAM, HD de 640 MB e Windows 3.11. Este a meu pedido, pois ainda não confiava no recem lançado Windows 95.

No mês seguinte, aumentei a memória para 12 MB e coloquei um kit multimídia. Na época, placa de som, leitor de CD e alta-falantes vinham separados. O kit multimídia inclusive foi uma novela. Existia o kit da Sound Blaster, top de linha e mais caro obviamente. E existiam outros mais baratos. Como eu já havia gasto bastante comprando o computador e a memória extra, comprei um kit mais barato.

Como eu já tinha lido todas as colunas de hardware do Laércio Vasconcelos na PC World e a visita do técnico para instalar o kit custava dinheiro, decidi eu mesmo instalar o dito cujo. E ele não funcionou!

Liguei então para a loja de informática, que era de propriedada da esposa de um colega de trabalho e ela ficou de enviar o técnico, com a condição de que se o problema de instalação fosse por erro meu, ela cobraria a visita técnica. Tive que concordar, mas felizmente ele também não conseguiu instalar, declarando que o problema era no kit. Uma semana depois ela me ligou para eu ir buscar o kit novo. Quando cheguei lá, ela me entregou um kit da Sound Blaster. Quando questionei quanto ficava a diferença, ela falou que não custava nada, pois tinha parado de trabalhar com a marca anterior porque tinha tido muito problema com ela. No final, acabei com um kit top de linha pelo custo de um não tão bom.

Em 1996, depois de ver que o Windows 95 estava estável, migrei para ele.

Em seguida eu não comprei um computador novo. Fiz um upgrade no antigo. Troquei a placa mãe e o processador. Comprei um Pentium 200 MMX, mais memória, que junto com a anterior totalizou 96 MB. Para fazer companhia ao HD de 640 MB, comprei um novo de 840 MB, ficando com a incrível quantidade de 1,48 GB. Não lembro bem o ano, só sei que em 1999, quando comecei a pesquisar sobre Linux, eu já estava com essa configuração.

Logo em seguida, comprei um Pentium 3 com 550 MHz, HD de 6,4 GB e 128 MB de RAM. Como já estava usando Linux, o hardware foi escolhido a dedo. Nele só entraram coisas compatíveis com Linux, especialmente o modem, um US Robotics, pois nessa época já existia a internet para os pobres mortais. Claro que com os preços dos pulsos telefônicos, internet era usada entre a meia-noite e 6:00 da manhã durante a semana e nos finais de semana depois das 14:00 horas de sábado até as 6:00 da manhã de segunda, pois nesses horários era cobrado um único pulso por ligação, independente do tempo da mesma.

Inclusive, devido a essa restrição de horário, um dos programas essencias para qualquer usuário de internet era o Getright, um gerenciador de download que você deixava baixando seus programas quando ia dormir e o programava para desligar o computador minutos antes das 6:00 da manhã, evitando o pagamento de pulsos extras.

Em 2001 fui transferido para o interior e levei este computador comigo. Para meu filho de 5 anos de idade, que ficou na capital com a mãe dele, comprei um AMD K6-II 300, para ele usar os joguinhos que gostava, todos da famosa Revista do CD-ROM.

Em 2004 quando retornei para a capital, os computadores ainda eram os mesmos, com a diferença que o P3 tinha ganho mais memória, totalizando 192 MB e um HD de 40 GB para substituir o outro, que queimou devido a uma oscilação de energia. Mas assim que retornei, comprei um Pentium 4 de 2,8 GHz com HD de 40 GB. Com isso, o AMD foi doado e o meu filho ficou com o P3. Ao mesmo tempo, a banda larga via ADSL se popularizou, então contratei a banda larga da BrasilTelecom, única aqui no Paraná na época e coloquei os dois computadores em rede acessando a internet. Acabou o barulho do modem discando.

No início de 2008 comprei o meu computador atual, um Core2Duo E4500 de 2,2 GHz, com 1 GB de RAM e HD de 250 GB. O P3 vendi para uma amiga e o P4 ficou com meu filho.

A configuração atual dos dois computadores:
- Core2Duo E4500 2,2 GHz – 1 GB RAM – HD 250 GB + 160 GB
- Pentium 4 2,8 GHz – 1 GB RAM – HD 40 GB + 80 GB

Hoje em dia, estou com dois computadores bons mas quando analiso essa minha trajetória pelo mundo da informática, muitas vezes fico com saudades da época do MSX. Naquela época o prazer da descoberta era maior. Na era do PC com Windows, os programas já começaram a ficar maiores e mais complexos. Na era MSX era mais divertido.

Julho 5, 2009

Colocando ícones no desktop do Ubuntu

Arquivado em: Linux, Software, Tutorial — Tags:, , — zoltral @ 5:19 pm

Uma das primeiras coisas que ví de diferente entre o Fedora e o Ubuntu, é que este, por padrão, não exibe os ícones do Computador, Pasta Pessoal e Lixeira no desktop.

Como eu prefiro ter estes ícones no Desktop, pesquisei sobre a forma de exibir os mesmo e encontrei este artigo aqui, que resolveu o caso na hora.

No artigo tudo está bem explicado, inclusive com imagens das telas, mas o resumo é o seguinte:

1 – Aperte Alt+F2
2 – Digite gconf-editor
3 – Clique duas vezes em apps > nautilus > desktop
4 – Marque a caixa de seleção relativa a cada um dos ícones desejados

    - computer_icon_name –> Icone do Computador
    - home_icon_name –> Icone da Pasta Pessoal
    - network_icon_name –> Icone do Servidor de Rede
    - trash_icon_name –> Icone da Lixeira

Usuário Ubuntu

Arquivado em: Linux — Tags: — zoltral @ 5:01 pm

Como migrei recentemente para o Ubuntu, resolvi me cadastrar como usuário Ubuntu no Ubuntu Counter.

Sou o usuário Ubuntu:

The Ubuntu Counter Project - user number # 28017

The Ubuntu Counter Project - user number # 28017

The Ubuntu Counter Project - user number # 28017

Minha trajetória usando Linux

Arquivado em: Linux — Tags:, , , , , , , , , , , , — zoltral @ 12:16 am

Comprei meu primeiro computador PC em 1994 1995, que veio com o Windows 3.11 instalado a meu pedido. Em 1996 instalei nele o Windows 95 e em 1998 o Windows 98.

Nessa época eu acessava bastante o IRC e o ICQ.

Sempre fui muito preocupado com segurança, tendo sempre instalado um anti-vírus e até mesmo um firewall.

Em 1998 e 99 os grandes vilões eram os backdoor como o NetBus e Back Orifice.

E em 1999 apesar de todos os meus cuidados, alguem do IRC conseguiu acessar meu computador através de um desses programas backdoor. Comentando com um dos operadores do canal que eu frequentava, ele falou que se eu estivesse usando Linux isso não teria acontecido.

Com esse comentário na mente, resolvi pesquisar sobre esse tal de Linux e descobri que havia vida fora do Windows.

Pensei durante algum tempo e então resolvi testar o tal Linux. No meio de 1999, comprei o Conectiva Guarani 3.0, mas para economizar, comprei apenas o CD, sem manual. Até baixei o The Linux Manual, mas não ajudou muito. Uma semana sofrendo com aquele sistema estranho foi o suficiente. Reinstalei meu conhecido Windows 98.

Mas continuei lendo/pesquisando sobre o Linux. Descobri que ele não era fácil, mas achei que valia a pena dar uma segunda chance. Tive o incentivo de um colega de trabalho que também estava tentando aprender Linux. Ele entrou em um curso e me aconselhou a fazer o mesmo.

Assim, no final de 1999 me matriculei em um curso de Linux na Elaborata, que realizava treinamento autorizado do Conectiva Linux. Assim de novembro de 1999 até o final de janeiro de 2000, aprendi a instalar, configurar e administrar o tal Linux, especialmente o Conectiva 4 que foi usado em todo o treinamento e que os alunos ganharam dois jogos de CD’s.

Guardo até hoje meus 4 certificados do curso (Introdução ao Linux, Administração de Sistemas Linux, Administração de Redes Linux e Administração do Servidor Linux).

Com o Conectiva, passei pelas versões 5, 6, 7 e 8.

No final de 2003, com o decepcionante lançamento do Conectiva 9, resolvi mudar para alguma outra distribuição, sendo que as mais famosas eram a Debian, a Slackware e a Suse.

Primeiro instalei a Debian, mas ela e meu computador não se entenderam. Testei então o Slackware e gostei, principalmente porque nele eu tinha o controle de tudo. No Slackware usei as versão 9.1, 10.0, 10.1, 10.2 e 11.

Em todas as distros, por uma questão de gosto, sempre usei o Gnome, não gostando do KDE. Na versão 10.1, o Gnome foi retirado do Slackware. Mas tudo bem, como haviam muitos outros que também preferiam o Gnome, logo surgiram pacotes extra-oficias para o Slackware.

No entanto, depois de alguns meses esses pacotes extra-oficias começaram a ficar defasados, demorando para serem disponibilizados após alguma atualização do Gnome.

Aliando a essa defasagem do Gnome, eu também comecei a cansar de configurar tudo manualmente. Passei a pensar que o software e o hardware estavam ali para resolverem meus problemas, não para que eu me tornasse escravo deles. Pois era assim que passei a me sentir com as constantes buscas de informações para configurar qualquer coisa nova que eu instava.

Assim, decidi partir novamente para uma distribuição “fácil”. Testei a Mandrake, OpenSuse e Fedora.

Gostei e fiquei então com o Fedora, usando as versões 9, 10 e 11.

Como postei anteriormente, na semana passada mudei para o Ubuntu.

Nesse tempo todo, uma coisa que qualquer usuário Linux deveria ter era um LiveCD, para pode resolver qualquer caca que fosse feita no computador e eu não fugi da regra.

Como LiveCD, usei cinco distribuições: Slax, Litrix, Kanotix, Kurumin e GoblinX, sendo que esta última é a que uso atualmente.

Além destas, tem uma distro LiveCD que sempre uso por ser uma excelente ferramenta, a GParted, cuja especialidade é gerenciamento/recuperação do particionamento de HD’s.

Este é um resumo deste 9 anos e meio em que uso Linux.

Só tenho uma conclusão: não me arrependo de ter entrado no mundo Linux!

PS: Esqueci de mencionar que entre o Slackware e o Fedora eu usei durante algum tempo o Gentoo. Desisti dele quando percebi que o computador passava a maior parte do tempo compilando as atualizações dos programas do que qualquer outra coisa. Só então parti para uma nova busca, que resultou na escolha do Fedora.

Julho 4, 2009

Placa PlayTV MPEG2 no Ubuntu 9.04

Arquivado em: Linux, Tutorial, Vídeo — Tags:, — zoltral @ 9:32 pm

Complementando meu post anterior sobre a configuração da placa de captura de vídeo PlayTV MPEG2 no Fedora 9, segue as instruções para a configuração no Ubuntu 9.04.

1 – Criar um arquivo de nome captura.conf no diretório /etc/modprobe.d/
2 – Alterar as permissões do arquivo com o comando:
chmod 644 captura.conf
3 – Inserir a seguinte linha no arquivo captura.conf:
options bttv card=37 tuner=39 radio=1

Pronto, basta reiniciar o Ubuntu que a placa vai estar funcionando corretamente.

Editado em 06/11/2009:
A T E N Ç Ã O
Pelo menos no meu computador, esta configuração do 9.04 não funciona no 9.10. Se alguém souber resolver o problema, por favor, me diga.

Trocando minha distribuição Linux

Arquivado em: Linux, Software — Tags:, — zoltral @ 9:25 pm

Conforme post’s anteriores, eu utilizo Linux em meu computador. Mais especificamente a distribuição Fedora.

Alias, eu criei este blog mais como uma forma de guardar dicas sobre configurações para o Fedora. Sendo que o primeiro post foi exatamente sobre a configuração de minha placa de captura de vídeo no Fedora 9.

Utilizei o Fedora nas versões 9, 10 e 11. A algumas semanas saiu a versão 12. Baixei a imagem ISO via torrent e na semana passada fui instalar esta nova versão.

E só tive problemas.

O CD de instalação gravava toda a distro no computador, mas morria na hora de instalar o Grub, gerenciador de boot.

Precisei usar o Gparted, uma versão Linux específica para particionamento de HD’s, porque perdeu a tabela de partições.

Depois de várias tentativas de instalação, desisti e decidi instalar outra distro.

Como não tinha sistema funcionando no computador, usei o liveCD do GoblinX para acessar a internet e baixar imagens ISO de outras distribuições.

No primeiro momento, pensando em minha experiência anterior com o Conectiva, instalei o Mandriva 2009.1. Mas ele não reconheceu direito minha placa de vídeo NVidia, se recusando a usar a resolução de 1280×1024.

Como já abandonei anteriormente o Slackware exatamente por estar sem paciência de ficar configurando as coisas manualmente, desisti da Mandriva tambem.

Decidi então testar o Ubuntu, tão bem falado como sendo uma distribuição fácil de instalar e que reconhece facilmente o hardware instalado.

E realmente foi fácil. A excessão foi a placa de captura, mas essa já estou acostumado a não ser reconhecida.

Uma grande diferença que constatei com relação ao Fedora é a utilização da memória. Enquanto o Fedora, logo após a inicialização comia mais de 400 MB de RAM, o Ubuntu consome um pouco mais de 100 MB.

Já fez uma semana que estou com ele instalado e considero que agora sou um usuário do Ubuntu, pois até o momento não tive problemas com ele.

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