Weblog do Zoltral
Mais um blog perdido na multidão!

Jul
05

Uma das primeiras coisas que ví de diferente entre o Fedora e o Ubuntu, é que este, por padrão, não exibe os ícones do Computador, Pasta Pessoal e Lixeira no desktop.

Como eu prefiro ter estes ícones no Desktop, pesquisei sobre a forma de exibir os mesmo e encontrei este artigo aqui, que resolveu o caso na hora.

No artigo tudo está bem explicado, inclusive com imagens das telas, mas o resumo é o seguinte:

1 – Aperte Alt+F2
2 – Digite gconf-editor
3 – Clique duas vezes em apps > nautilus > desktop
4 – Marque a caixa de seleção relativa a cada um dos ícones desejados

    - computer_icon_name –> Icone do Computador
    - home_icon_name –> Icone da Pasta Pessoal
    - network_icon_name –> Icone do Servidor de Rede
    - trash_icon_name –> Icone da Lixeira
Jul
05

Como migrei recentemente para o Ubuntu, resolvi me cadastrar como usuário Ubuntu no Ubuntu Counter.

Sou o usuário Ubuntu:

The Ubuntu Counter Project - user number # 28017

The Ubuntu Counter Project - user number # 28017

The Ubuntu Counter Project - user number # 28017

Jul
05

Comprei meu primeiro computador em 1994, que veio com o Windows 3.11 instalado. Em 1995 instalei nele o Windows 95 e em 1998 o Windows 98.

Nessa época eu acessava bastante o IRC e o ICQ.

Sempre fui muito preocupado com segurança, tendo sempre instalado um anti-vírus e até mesmo um firewall.

Em 1998 e 99 os grandes vilões eram os backdoor como o NetBus e Back Orifice.

E em 1999 apesar de todos os meus cuidados, alguem do IRC conseguiu acessar meu computador através de um desses programas backdoor. Comentando com um dos operadores do canal que eu frequentava, ele falou que se eu estivesse usando Linux isso não teria acontecido.

Com esse comentário na mente, resolvi pesquisar sobre esse tal de Linux e descobri que havia vida fora do Windows.

Pensei durante algum tempo e então resolvi testar o tal Linux. No meio de 1999, comprei o Conectiva Guarani 3.0, mas para economizar, comprei apenas o CD, sem manual. Até baixei o The Linux Manual, mas não ajudou muito. Uma semana sofrendo com aquele sistema estranho foi o suficiente. Reinstalei meu conhecido Windows 98.

Mas continuei lendo/pesquisando sobre o Linux. Descobri que ele não era fácil, mas achei que valia a pena dar uma segunda chance. Tive o incentivo de um colega de trabalho que também estava tentando aprender Linux. Ele entrou em um curso e me aconselhou a fazer o mesmo.

Assim, no final de 1999 me matriculei em um curso de Linux na Elaborata, que realizava treinamento autorizado do Conectiva Linux. Assim de novembro de 1999 até o final de janeiro de 2000, aprendi a instalar, configurar e administrar o tal Linux, especialmente o Conectiva 4 que foi usado em todo o treinamento e que os alunos ganharam dois jogos de CD’s.

Guardo até hoje meus 4 certificados do curso (Introdução ao Linux, Administração de Sistemas Linux, Administração de Redes Linux e Administração do Servidor Linux).

Com o Conectiva, passei pelas versões 5, 6, 7 e 8.

No final de 2003, com o decepcionante lançamento do Conectiva 9, resolvi mudar para alguma outra distribuição, sendo que as mais famosas eram a Debian, a Slackware e a Suse.

Primeiro instalei a Debian, mas ela e meu computador não se entenderam. Testei então o Slackware e gostei, principalmente porque nele eu tinha o controle de tudo. No Slackware usei as versão 9.1, 10.0, 10.1, 10.2 e 11.

Em todas as distros, por uma questão de gosto, sempre usei o Gnome, não gostando do KDE. Na versão 10.1, o Gnome foi retirado do Slackware. Mas tudo bem, como haviam muitos outros que também preferiam o Gnome, logo surgiram pacotes extra-oficias para o Slackware.

No entanto, depois de alguns meses esses pacotes extra-oficias começaram a ficar defasados, demorando para serem disponibilizados após alguma atualização do Gnome.

Aliando a essa defasagem do Gnome, eu também comecei a cansar de configurar tudo manualmente. Passei a pensar que o software e o hardware estavam ali para resolverem meus problemas, não para que eu me tornasse escravo deles. Pois era assim que passei a me sentir com as constantes buscas de informações para configurar qualquer coisa nova que eu instava.

Assim, decidi partir novamente para uma distribuição “fácil”. Testei a Mandrake, OpenSuse e Fedora.

Gostei e fiquei então com o Fedora, usando as versões 9, 10 e 11.

Como postei anteriormente, na semana passada mudei para o Ubuntu.

Nesse tempo todo, uma coisa que qualquer usuário Linux deveria ter era um LiveCD, para pode resolver qualquer caca que fosse feita no computador e eu não fugi da regra.

Como LiveCD, usei cinco distribuições: Slax, Litrix, Kanotix, Kurumin e GoblinX, sendo que esta última é a que uso atualmente.

Além destas, tem uma distro LiveCD que sempre uso por ser uma excelente ferramenta, a GParted, cuja especialidade é gerenciamento/recuperação do particionamento de HD’s.

Este é um resumo deste 9 anos e meio em que uso Linux.

Só tenho uma conclusão: não me arrependo de ter entrado no mundo Linux!

PS: Esqueci de mencionar que entre o Slackware e o Fedora eu usei durante algum tempo o Gentoo. Desisti dele quando percebi que o computador passava a maior parte do tempo compilando as atualizações dos programas do que qualquer outra coisa. Só então parti para uma nova busca, que resultou na escolha do Fedora.

Jul
04

Complementando meu post anterior sobre a configuração da placa de captura de vídeo PlayTV MPEG2 no Fedora 9, segue as instruções para a configuração no Ubuntu 9.04.

1 – Criar um arquivo de nome captura.conf no diretório /etc/modprobe.d/
2 – Alterar as permissões do arquivo com o comando:
chmod 644 captura.conf
3 – Inserir a seguinte linha no arquivo captura.conf:
options bttv card=37 tuner=39 radio=1

Pronto, basta reiniciar o Ubuntu que a placa vai estar funcionando corretamente.

Jul
04

Conforme post’s anteriores, eu utilizo Linux em meu computador. Mais especificamente a distribuição Fedora.

Alias, eu criei este blog mais como uma forma de guardar dicas sobre configurações para o Fedora. Sendo que o primeiro post foi exatamente sobre a configuração de minha placa de captura de vídeo no Fedora 9.

Utilizei o Fedora nas versões 9, 10 e 11. A algumas semanas saiu a versão 12. Baixei a imagem ISO via torrent e na semana passada fui instalar esta nova versão.

E só tive problemas.

O CD de instalação gravava toda a distro no computador, mas morria na hora de instalar o Grub, gerenciador de boot.

Precisei usar o Gparted, uma versão Linux específica para particionamento de HD’s, porque perdeu a tabela de partições.

Depois de várias tentativas de instalação, desisti e decidi instalar outra distro.

Como não tinha sistema funcionando no computador, usei o liveCD do GoblinX para acessar a internet e baixar imagens ISO de outras distribuições.

No primeiro momento, pensando em minha experiência anterior com o Conectiva, instalei o Mandriva 2009.1. Mas ele não reconheceu direito minha placa de vídeo NVidia, se recusando a usar a resolução de 1280×1024.

Como já abandonei anteriormente o Slackware exatamente por estar sem paciência de ficar configurando as coisas manualmente, desisti da Mandriva tambem.

Decidi então testar o Ubuntu, tão bem falado como sendo uma distribuição fácil de instalar e que reconhece facilmente o hardware instalado.

E realmente foi fácil. A excessão foi a placa de captura, mas essa já estou acostumado a não ser reconhecida.

Uma grande diferença que constatei com relação ao Fedora é a utilização da memória. Enquanto o Fedora, logo após a inicialização comia mais de 400 MB de RAM, o Ubuntu consome um pouco mais de 100 MB.

Já fez uma semana que estou com ele instalado e considero que agora sou um usuário do Ubuntu, pois até o momento não tive problemas com ele.

Fev
27

Em 31 de julho de 2008, neste post aqui, eu comentei sobre a leitura do livro O Último Templário de Raymond Khoury (Ediouro Publicações, 2006) e no último parágrafo eu mencionei a informação do iMDB sobre uma mini-série baseada no livro e adaptada pelo próprio autor deste.
Pois bem, esta semana eu assisti os dois episódios da mini-série.

E a coisa foi como eu já esperava.

As mudanças de personagens foram grandes. Algumas desnecessárias, como a substituição da mãe da mocinha/arqueóloga por um amigo, que representou o papel do palhaço de plantão. Ou então, a mudança da personalidade do agente do FBI, que ficou pareçendo um colegial apaixonado.

Uma grande mudança, que eu não gostei, mas até compreendo que seria mais difícil de filmar, foi a busca de um pergaminho na Turquia. No livro ele está no fundo de um lago de uma hidrelética, o que dificultaria a filmagem, então transportaram tudo para um terreno que foi coberto por lava de uma erupção vulcânica. Uma mudança que não atrapalha a história.

Mas isto levou a uma das duas maiores bizarrices do departamento de efeitos especiais. Ou seria defeitos especiais?

Primeiro, em uma grande planície de lava, a mocinha resolve cavar em um local qualquer. Coincidentemente, exatamente encima de uma casa da antiga aldeia que havia no lugar. Menina de sorte ela! Mas a sorte dela continha. Depois de cair dentro da casa, eles derrubam a porta da casa e encontram um caverna. Seguindo pela caverna, eles chegam a uma grande abôboda, onde está a capela que estavam procurando. Mas pera aí! Como a erupção vulcânica que houve, deixou este grande espaço sem lava? E exatamente sobre a capela. Mas tem mais. Há um buraco no teto da abôboda, por onde entra um quantidade bem grande de luz. Ou seja, se a arqueóloga tive procurado um pouco mais, não precisaria ter cavado tanto.

A segunda bizarrice é sobre as tempestades que ocorrem no Mar Mediterrâneo. Nas duas tempestades que eles mostram. A que afundou a galera dos Templários e a que afundou o navio de pesquisa, as ondas são gigantescas, na ordem de 30 ou 40 metros de altura. Então, por favor, nunca me convidem para um cruzeiro pelo Mediterrâneo.

De bom, a introdução, com os 4 cavaleiros entrando no museu, exatamente como no livro. Um bom momento, para prender o espectador, seja pela ação, seja pelo unisitado da cena. Infelizmente, esse efeito se perde no desenvolvimento da história, que se arrasta. No livro isso era compensado pelos capítulos curtos.

Valeu pela curiosidade, mas só serviu para corroborar a minha opinião de que nenhuma adaptação, seja para cinema, seja para televisão, consegue igualar o conteúdo de um livro.

Jan
08

Para não parecer que o blog está abandonado, segue um vídeo que vi no Chongas.

Quem tem o prazer de ter um cachorro de estimação, ou dois como eu, vai entender e se emocionar com este cachorro.

Dez
27

Como relatei anteriormente, vendi meu apartamento e comprei um sobrado. Falando assim parece fácil. Mas isso se transformou em uma novela que durou três meses. Acompanhe a saga.

A cerca de 10 anos tinhamos apenas um filho, então com 2 anos de idade e a possibilidade dele crescer em segurança dentro de um condomínio foi um dos fatores decisivos por decidirmos comprar um apartamento, não uma casa.

Mas o tempo passa. E agora, com dois filhos, um com nove e outro com doze anos, passamos a enfrentar problemas com a administração do condomínio, por conta de uma série de restrições a liberdade das crianças. Coisas ridículas, como não poder ficar no pátio após as dezenove horas e outras do gênero. O pior que essas coisas constavam no estatuto do condomínio. O síndico anterior até fazia vistas grossas para muitas dessas restrições. No entanto, depois de seis anos, ele renunciou e a nova síndica passou a ser mais rígida.

A isto se somou o fato de que o condomínio estava ficando velho e como consequência, estavam ocorrendo problemas no prédio, com mais frequência e gerando custos cada vez maiores. No início do ano, um problema nos encanamentos dos hidrantes do prédio e logo em seguida uma infiltração obrigou a síndica a zerar o dinheiro que havia no fundo de reserva. Isso indicando que novos problemas teriam que ser cotizados diretamente no valor mensal do condomínio.

Analisando tudo isso, decidimos vender o apartamente e comprar uma casa ou um sobrado. Isso no meio do mês de agosto. Após uma análise de mercado, colocamos o apartamento a venda. Em menos de duas semanas, ele estava vendido. Assinamos a proposta de venda em 27 de agosto. Assim, passamos a procurar uma casa ou sobrado como estavamos querendo. Achamos rápido. Em 31 de agosto assinamos a proposta de compra de um sobrado, com metragem quadrada de cerca de 60% maior que o apartamento, localizada em uma rua se saida, a qual começa no final de outra rua sem saída, oque garante a tranquilidade do local, permitindo que as crianças brinquem a vontade.

Para comprar o sobrado, nós utilizamos parte do dinheiro da venda do apartamento mais o FGTS que eu tinha e 1/3 final do valor seria em financiamento da Caixa Econômica Federal. Contratei um despachante para providenciar todas as certidões necessárias para o financiamente e então começaram os problemas. Apareceram três certidões positivas do casal vender. A primeira, da Vara Cível, referente ao divórcio deles, que foi o motivo pelo qual colocaram o sobrado a venda. Esta foi fácil de resolver, bastou uma Certidão Explicativa. A segunda foi da Vara da Fazenda Municipal, pois eles parceram um IPTU em atraso. Para resolver, eles tiveram que quitar o parcelamento. Até aí tudo bem. Mas a última foi pior. Apareceu uma certidão positiva da Justiça Federal. O marido tinha um processo de execução judicial por conta de um empréstimo não pago. E pior ainda, era a Caixa Econômica que estava executando ele. Exatamente quem iria financiar a compra.

Enquanto ocorria tudo isto, em 10 de Setembro assinei o contrato de venda do apartamento, começando então a correr os 30 dias para desocupar e entregar ele.

O gerente da Caixa Econômica informou que para finalizar o financiamente, o vendedor deveria quitar a dívida que estava em execução. Com isto, gastou-se alguns dias em negociações, em que o gerente ofereceu um desconto de cerca de 75% no valor da dívida. Desconto este que o vendedor aceitou. E nisso se foi o mês de Setembro inteiro. Até então as negociações haviam sido apenas via conversas. Com o aceite da proposta por parte do vendedor, o dossiê do financiamente foi enviado para o departamento jurídico da Caixa Econômica, para que fosse formalizado e colocado no papel. Mas para quem não se lembra, os funcionários da Caixa Econômica entraram em greve no início do mês de Outubro. Resultado: meu dossiê ficou parado.

Com o dia da entrega do apartamento se aproximando e o dossiê parado por conta da greve, arrumamos as coisas para sair. Pensamos em alugar alguma coisa para mudarmos, mas isso implicaria em duas mudanças em questão de pouco tempo. Mas alguns amigos apareceram com outra solução. Nos fundo da casa de um casal, havia um cômodo grande onde deixamos os móveis, desmontados e encaixotados. E duas amigas que tinham a pouco se mudado para uma casa bem espaçosa, ofereceram dois quartos para morarmos enquanto aguardavamos. Com uma semana de atraso, em 17 de Outubro entregamos o apartamento. E como brincaram alguns amigos, passamos a ser uma família de sem-tetos.

Finalmento, em 29 de Outubro acabou a greve dos funcionários da Caixa Econômica. Com a ajuda do gerente, que agilizou oque pode, no dia 31 assinamos o contrato de compra do sobrado. Exatamente dois meses após a assinatura da proposta de compra. E ainda tinhamos 30 dias de espera pela frente, tempo para os vendedores desocuparem o sobrado.

Com a data de entrega agendada para 30 de Novembro, marcamos o transporte o montador de móveis para o dia 05 de Dezembro. Teríamos 4 dias para limpar, arrumar e pintar o sobrado. Eu peguei folga para esse dia, emendando o final de semana mais o feríado municipal na cidade de Almirante Tamandaré, onde trabalho, oque me deixaria com 4 dias para organizar as coisas. Mas a entrega das chaves só ocorreu na terça a tarde, oque nos deixou com apenas 2 dias e meio para arrumar o sobrado.

Mas felizmente, em 05 de Dezembro, 3 mesês e uma semana após assinarmos a proposta de compra, finalmente estavamos morando em nosso sobrado novo. Mas apenas no final de semana passada nós consideramos que estava tudo organizado.

Para comemorar, a festa de Natal foi aqui, tendo como convidados todos que de uma forma ou de outra fizeram parte desta novela.

Foi uma novela, mas avaliamos que valeu a pena. Temos liberdade. As crianças já fizeram amizade. A região é calma. Olhando pela janela vemos árvores, não o outro bloco do condomínio como no apartamento. E soubemos que depois que saímos do condomínio, num dia de chuva, uma parte do telhado caiu. Só o custo para o condomínio trocar o piso laminado de um dos apartamentos atingidos seria superior a R$ 2.000,00. E o fundo de reserva estava zerado. Saímos no tempo certo.

Dez
11

Parece nome de filme, mas é apenas uma postagem rápida. Sexta-feira passada, finalmente, mudei para o sobrado novo. Ainda estou ajeitando muitas coisinhas por aqui, mas o principal está resolvido.

Ontem o técnico esteve aqui para instalar a Net, mas só hoje consegui fazer a rede funcionar, então em breve volto a postar com mais regularidade.

Obrigado pela compreensão.

Nov
18

Pois é pessoal. O blog está bem parado, por conta de algumas mudanças ainda não finalizadas na minha vida.

Vendi o apartamento onde morava e já o entreguei. Por problemas, demorei para comprar um sobrado mas ainda não me mudei para ele. Nesse limbo entre os dois eventos, estou morando de favor na casa de amigos.

Quando tudo se normalizar, coloco um post sobre esta epopéia.

Mas para não deixar o blog mortinho, atendendo pedido de um leitor que está realizando um comparativo para aquisição de uma câmera nova, segue um post com algumas fotos noturnas com a Canon Powershot A590 IS, para que se tenha uma mostra da qualidade das imagens dela.

Na primeira imagem, foto tirada no modo AUTO, com flash. Como a grande maioria dos flash’s das câmeras digitais, tem pouco alcance, deixando as cenas distantes com muito ruído, mas as cenas próximas ficam boas.

Nas demais imagens, todas no modo CENAS NOTURNAS. As fotos ficam com uma qualidade que eu avalio como boa, no entanto, como se vê nas duas últimas, não se presta para fotos em movimento, devido ao maior tempo de exposição. Por este mesmo motivo, é necessário segurar a câmera com firmeza, pois qualquer movimento embaça a foto. O ideal é utilizar um tripé.

De Fotos noturnas
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